quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

FERJ promoverá o 1º Encontro Nacional de Comissões e Instrutores de Arbitragem


A intenção de Jorge Rabello é que o evento se torne um encontro anual e a cada ano em um estado diferente

Dando continuidade ao seu projeto de integração Nacional, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), a exemplo do que já ocorrera ao promover o "I encontro Nacional de Escolas de Arbitragem" e também o "I Encontro Nacional de Tribunais de Justiça Desportiva", promoverá desta vez, o primeiro “Encontro Nacional de Comissões e Instrutores de Arbitragem", já batizado de 1ª Conferência - RJ / 2011. A intenção é que o evento se torne um encontro anual e a cada ano em um estado diferente. Trata-se de uma oportunidade única para a troca de conhecimento e informação, possibilitando a CA-CBF dar prosseguimento a sua caminhada no sentido da unificação da preparação dos árbitros brasileiros.
O Presidente da COAF-RJ, Jorge Rabello, comentou mais esse encontro: -“Trata-se de um evento inédito e importantíssimo para a
arbitragem nacional. Levei a idéia ao Presidente da (CONAF) Comissão Nacional de Arbitragem Sérgio Corrêa e ao Presidente da FFERJ, Dr. Rubens Lopes, para conhecimento e aprovação, e ambos mostraram-se entusiasmados com a idéia, ficando definido que caberá a Comissão de Arbitragem da -CBF oficializar o convite às federações filiadas e coordenação da programação do evento e a FFERJ responsável por Hospedagem e Logística.” – disse Rabello. Assessoria de Imprensa: Uruan Júnior/ Agência FERJ/Apito Nacional

PS: A idéia é magnífica e deve ser estendida na nossa opinião para todas as federações do país. Agora, o que é inaceitável é o convite para participar desse evento de tamanha importância de um expressivo grupo de "alieníegenas" que são escalados pela CBF como Observadores de Arbitragem nas suas competições. Afirmo isso, porque há um contingente expressivo esgarçado em todo o país desenvolvendo essa função, que nunca apitaram sequer uma partida de futebol de pelada. No entanto, é comum vê-los de carteirinha na mão, na tribuna de honra dos estádios e com uma prancheta debaixo do braço se identificando como Observador de Arbitragem da CBF", realizando avaliação dos árbitros.
Essa prática nefasta, conspira contra o futebol pentacampeão do mundo e humilha o árbitro brasileiro, que sofre avaliação das tomadas de decisões no campo de jogo, de um ser que nunca vivenciou aquela situação. É o fim da picada! O questionamento que tenho recebido via correspondência eletrônica é: até quando a Comissão de Arbitragem da CBF vai compactuar com essa anomalia?
Valdir Bicudo-bicudoapito@hotmail.com

Homem de preto, abra os olhos!

Converso ao telefone com o Dr. Claudio Luiz Pacheco, futuro 1º vice-presidente da Associação Profissional dos Árbitros do Paraná, sobre a eleição da entidade que acontecerá no próximo sábado, na cidade de Palmas (PR). Pacheco é funcionário público municipal de Curitiba, advogado, pessoa equilibrada e questionado sobre quais são os projetos futuristas para a categoria dos árbitros paranaense, educadamente me disse ao telefone: manter e aperfeiçoar o que existe de bom e lutar por novas conquistas em benefício da confraria do apito da terra dos pinherais, já que esse é o principal objetivo da nova diretoria que ele compõe.

Ainda, no breve diálogo estabelecido com o Dr. Claudio Pacheco, perguntei-lhe sobre essa escabrosidade que é a cobrança por parte da Federação Paranaense de Futebol de (R$ 170.OO) de cada árbitro, para que o árbitro possa apitar as competições da FPF, escabrosidade essa implementada este ano pela administração da Casa Gêneris Calvo. Lembrei-o de que a FPF é a única entidade do Brasil a praticar tal ato, e quando questionado pela segunda vez sobre esse descalabro ele me respondeu: "minha opinião pessoal é contrária a essa cobrança". Porém, vamos discutir em reunião de diretoria o tema.

Sentiu-se nesse curto diálogo com Claudio Pacheco, que é uma personagem que tem filosofia própria, é autônomo em razão da administração que fará, sendo que se assim proceder é possível que venha a ter a nova diretoria uma gestão exitosa, desvinculando os árbitros de uma possível subordinação à Federação Paranaense de Futebol, eis que tal vínculo não tem nenhuma vinculação jurídica. Já se escreveu e vai se continuar escrevendo que a categoria de árbitros no Brasil, da forma como se sustenta e é sustentada, não encontra em nenhuma outra profissão semelhança desde que se fale em liame subordinativo.

Temos para nós que o árbitro de futebol é só um árbitro. Não tem garantias de nenhuma espécie nas partidas que atua, mas tudo isso é culpa dos próprios árbitros, eis que ja está no tempo de criar-se um órgão que reconheça o árbitro de futebol, não só profissionalmente, mas também com garantias suficientes nos riscos que corre no exercício de suas atividades. É melhor pensar no assunto já, do que continuar com esse imbróglio jurídico para o futuro que só terá solução num outro futuro bem distante.

PS:
A posição independente de Claudio Luiz Pacheco, sobre a cobrança absurda de (R$ 170.00) de cada árbitro da FPF, é bom lembrar de que é um caso sui gêneris no Brasil, reflete uma posição que contrasta com a submissão do atual presidente da Associação dos Árbitros do Paraná e da Comissão de Arbitragem da federação Afonso Vitor de Oliveira. Resta saber, se Claudio Pacheco terá o apoio dos demais congêneres da associação para dar um fim nesse descalabro já para 2011. A taxa de inscrição nunca foi cobrada pela FPF. Ela foi implementada em 1988, para propiciar condições de gerenciamento a associação, e desde então pertenceu na sua integralidade à associação até 2008. Cogita-se que o apego ao poder e a consequente submissão de Afonso Vitor de Oliveira à Federação Paranaense de Futebol fizeram-no impingir esse descalabro à categoria dos árbitros paranaenses. A pergunta que todos fazem é: a nova diretoria terá coragem de enfrentar essa escabrosidade ou vai continuar na mesma linha de submissão de Afonso Vitor de Oliveira?
Valdir Bicudo-bicudoapito@hotmail.com

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Platini volta a mostrar-se contra a utilização do video como um instrumento auxiliar do jogo


O presidente da UEFA, Michel Platini, reiterou a sua posição no que respeita à utilização do vídeo como um instrumento auxiliar do jogo e das equipas de arbitragem e insistiu ser contra a aplicação desse tipo de tecnologia no futebol.

«O futebol continua a ser humano, jogado por pessoas e com árbitros que também são pessoas», declarou o dirigente francês.

Platini aproveitou ainda para destacar a filosofia da FIFA em levar o futebol a regiões onde normalmente não é forte, referindo-se à atribuição da organização dos Mundiais 2018 e 2022 a Rússia e Catar. Explicando que a candidatura russa foi «sensível» e que se baseou no facto de nenhum Mundial ter sido organizado no leste europeu e no médio oriente.

«Não me surpreendeu, não foi nada de extraordinário», disse.

Fonte: A Bola/Portugal e Refereetip

Quesitos: maioria não observa


Faltou critério no ato de punir o atleta que, deliberadamente, tocou ou segurou a bola após a marcação de uma falta"

A principal deficiência apresentada pela arbitragem no Campeonato Brasileiro de 2010, a exemplo dos anos anteriores, foi aquilo que serve de norma para julgar, decidir ou proceder. Ou seja, critério ou algo próximo.
A Fifa determina que é dever precípuo do árbitro deixar o jogo seguir e evitar que o infrator seja beneficiado. Um exemplo típico da falta de critério da arbitragem foi a interpretação e aplicação da lei da vantagem, que é uma das mais tênues interpretações a cargo do árbitro.
O homem de preto tem frações de segundo para assinalar a infração ou conceder a vantagem, lance em que o infrator não deve ser beneficiado em hipótese alguma. Carlos Eugênio Simon, José Henrique de Carvalho, Leandro Pedro Vuaden, Marcelo de Lima Henrique, Sandro Meira Ricci e Wallace Nascimento foram os únicos árbitros que cumpriram este quesito de acordo com a regra.
Além do exposto, faltou critério na distância regulamentar nas cobranças de tiro livre, de canto, de saída, de meta, de arremesso lateral e de outras reposições de bola em jogo, que deveriam ser sancionadas pelos árbitros, mas lamentavelmente alguns árbitros puniram, outros não.
Faltou critério no ato de punir o atleta que, deliberadamente, tocou ou segurou a bola após a marcação de uma falta contra a sua equipe, que deveria ser advertido com cartão amarelo. Em algumas situações a arbitragem puniu, mas em outras se omitiu.
Outra observação da falta de critério, foi na cobrança de lateral. Na ocasião, a maioria dos jogadores tinha intuito de ganhar tempo, já que a sua equipe estava em vantagem no placar. Ao invés de executar o lateral, deixavam a bola cair ao solo e aguardavam a chegada do seu companheiro para a cobrança, numa demonstração nítida de anti-jogo.
A regra preconiza que quando acontecer esse tipo lance e o árbitro detectar que há intenção clarividente de retardar o reinício da partida. O juiz deve utilizar a arbitragem preventiva, que consiste na comunicação do árbitro com os jogadores, técnicos, assistentes etc., através do olhar, sinal, fala, da advertência verbal e quando necessário para agilizar o jogo, da aplicação do cartão amarelo. Com exceção dos nomes acima citados, ninguém mais conseguiu cumprir esse quesito.
E os últimos quesitos onde cada árbitro impôs os seus critérios foram na cobrança de pênalti, onde a invasão de área foi institucionalizada e a ausência de discernimento no momento de apitar a falta ou de sancionar a simulação.
PS: Serve o preambulado não apenas como advertência, mas como um apelo ao árbitros para que não esqueçam de reiterar a leitura do livro Regras do Jogo.
Feito uma contabilidade, fosse o caso, os balancetes seriam negativos como vem acontecendo até hoje. Todo o árbitro deve se compenetrar como o faz aquele que quer ser médico ao enfrentar o vestibular|: debruçar-se 24 horas nos livros
Fonte: Justiça Desportiva

domingo, 5 de dezembro de 2010

Legado de perdas e subserviência


No próximo sábado, dia 11, no rega-bofe de final de ano na cidade Palmas (PR), os árbitros associados em dia com a Associação Profissional de Árbitros de Futebol do Paraná irão eleger a nova diretoria da entidade. De acordo com informações obtidas junto aos homens de preto do Paraná, não houve a menor possibilidade de se lançar uma chapa de oposição, já que um rolo compressor, articulado pelo atual presidente Afonso Vitor de Oliveira, entrou em ação e impossibilitou qualquer articulação nesse sentido. O seu substituto será José Renê Stavinski, árbitro do baixo clero do futebol paranaense. Vale ressaltar que Afonso Vitor dirigiu de forma antiética simultaneamente nos últimos seis anos a Associação dos Árbitros e a Comissão de Arbitragem da FPF.



É bom lembrar que antes da ascensão de Afonso Vitor ao comando da associação e da arbitragem na Federação Paranaense de Futebol, houve a subtração dos árbitros do percentual de 1% sobre as rendas e o direito de viajar de ônibus leito nas partidas do Campeonato Paranaense.



Mas as principais perdas dos apitadores do Paraná ocorreram sob o comando de Afonso Vitor de Oliveira, que ao assumir o poder na FPF, mudou-se de mala e cuia para o Pinheirão, embora tenha a associação sede própria no edifício Asa, e a alugou de forma inexplicável. Dias após a mudança, o Pinheirão foi interditado pela Justiça e já se passaram mais de quatro anos. Consequência: os árbitros não têm onde se reunir para discutir os temas de seus interesses.

Porém, as lancetadas letais desferidas nos árbitros da FPF, e o principal ato de subserviência de Afonso Vitor de Oliveira, aconteceram no ano passado e neste ano. Em 2009, a FPF pediu 2/3 da taxa de inscrição dos árbitros (R$ 175.00 ) per capita, que, desde 1988 sempre foi da associação e neste ano a FPF exigiu na sua totalidade e mais uma vez de maneira submissa nunca antes vista nos anais da arbitragem paranaense, Afonso Vitor e sua “tchurma” “atenderam” o pedido da federação e, por conseguinte, taxaram num caso “sui gêneris” no futebol brasileiro, os árbitros da Federação Paranaense de Futebol, que para apitar competições da entidade tem que pagar. Acrescente-se ao exposto, mais uma taxa instituída pela Associação dos Árbitros este ano. Cada árbitro tem pagar desde janeiro via boleto, R$ 20.00 x 12 vezes à associação. É, por derradeiro, a partir do dia 1º de dezembro as passagens e o pedágio tiveram um acréscimo de 5,02%. Há ou não há perda no ganho dos árbitros paranaenses? É o fim da picada! Pobre arbitragem paranaense!

PS (1): Perguntar não ofende: a nova diretoria da associação sob a batuta de José Renê Stavisnki, irá reivindicar as perdas aqui nominadas ou adotará a mesma postura do senhor Afonso Vitor de Oliveira em relação a FPF? Em sintese: A Apaf deixará de ser chapa branca?

PS (2): Na sua despedida, Afonso Vitor de Oliveira vai explicar como ocorreu o dilema financeiro da Associação dos Árbitros no período de 2000/2003, e porque ficou calado ao invés de apurar, já que era vice-presidente da entidade?

sábado, 4 de dezembro de 2010

Simon revela sondagem de Lula para trabalhar na Copa de 2014

Do UOL Esporte
Em São Paulo


A um dia da sua despedida, Simon revela que seu futuro pode estar ligado à Copa do Mundo de 2014

O árbitro brasileiro Carlos Eugênio Simon encerra neste domingo sua carreira, apitando o que pode ser uma "final" do Campeonato Brasileiro, o jogo do líder Fluminense contra o Guarani. Após 27 anos e 1.197 jogos, ele prepara a parada, mas pode reaparecer trabalhando na Copa de 2014, nos bastidores do Mundial que será realizado no Brasil.

Sobre o futuro, o gaúcho disse que "há propostas para comentar e ser instrutor de árbitros". Mais do que isso: "O presidente Lula me sondou para trabalhar na organização da Copa de 2014. Vou descansar e decidir", disse ele, em entrevista ao diário Lance, em que se disse emocionado por deixar de apitar.

"Árbitro tem idade-limite, portanto, eu sabia que pararia aos 45 anos. Mas 27 anos não são 27 dias, será uma grande emoção", comentou ele, dizendo que, em campo, não terá sua função influenciada. "Com todo respeito aos profissionais do Fluminense e do Guarani, o jogo e decidido em campo. Não penso em nada que não seja um jogo perfeito domingo."

Simon afirmou ainda que nunca houve sondagens para "comprá-lo". "Jamais! Nunca ninguém me ofereceu nada. A corrupção não é comum na arbitragem. Houve o caso do Edílson de Carvalho. Só soube deste episódio", alegou.

Sobre os modelos atuais de arbitragem, o gaúcho defendeu uma mudança na escolha de quem apita os jogos nacionais, já que os sorteios têm sido polêmicos. Ele ainda pede para que a tecnologia seja usada no futebol, o que ainda não é visto com bons olhos pela Fifa.

Campanha


O árbitro de futebol Carlos Eugênio Simon, em parceria com o Instituto do Câncer Infantil do Rio Grande do Sul (ICI/RS) e a Refscall, firmaram um convênio para promover a campanha "Apito do Bem", uma iniciativa em pról do ICI/RS, para arrecadar fundos para seus projetos sociais e o trabalho que realiza há anos.

Um dos maiores nomes da arbitragem de futebol do Brasil e do mundo, Carlos Simon participou de 3 Copas do Mundo (2002, 2006, e 2010) e se tornou o árbitro que mais apitou jogos do Campeonato Brasileiro na história, além de ter atuado em inúmeras finais de campeonatos estaduais e nacionais.

O ICI/RS, sediado em Porto Alegre, é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, referência para o tratamento do câncer na América Latina, atingindo um índice de cura de 70% nos casos atendidos. O instituto atua com assistência, ensino, pesquisa e desenvolvimento do tratamento do câncer infantil.

A Refscall é a marca internacionalmente reconhecida da bandeira eletrônica para árbitros de futebol mais vendida no mundo, com representação e distribuição oficial no Brasil. A marca cedeu seu equipamento para o leilão beneficente.

No auge de sua carreira, Carlos Simon vai se aposentar do apito neste ano. Em homenagem a este excelente árbitro e para promover uma ação de cidadania, a campanha "Apito do Bem" vai leiloar os equipamentos de arbitragem usados em sua partida de despedida dos gramados. Será leiloado um conjunto contendo:

* Apito profissional Fox 40
* Cartões amarelo e vermelho
* Bandeira Eletrônica Refscall

O leilão será realizado no mês de dezembro de 2010 e pessoas físicas e jurídicas podem participar e dar o seu lance. Quem ofertar o maior valor pelos equipamentos arremata o prêmio.

A última partida oficial na carreira de Carlos Simon ocorrerá o dia 05/12/2010 às 17 horas, no Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro, entre es equipes Fluminense e Guarani, jogo decisivo da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro 2010.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Legado de perdas e subserviência

No próximo dia 11, no rega-bofe de final de ano na cidade Palmas (PR), os árbitros associados em dia com a Associação Profissional de Árbitros de Futebol do Paraná irão eleger a nova diretoria da entidade. De acordo com informações obtidas junto aos homens de preto do Paraná, não houve a menor possibilidade de se lançar uma chapa de oposição, já que um rolo compressor, articulado pelo atual presidente Afonso Vitor de Oliveira, entrou em ação e impossibilitou qualquer articulação nesse sentido. O seu substituto será José Renê Stavinski, árbitro do baixo clero do futebol paranaense. Vale ressaltar que Afonso Vitor dirigiu de forma antiética simultaneamente nos últimos seis anos a Associação dos Árbitros e a Comissão de Arbitragem da FPF.


É bom lembrar que antes da ascensão de Afonso Vitor ao comando da associação e da arbitragem na Federação Paranaense de Futebol, houve a subtração dos árbitros do percentual de 1% sobre as rendas e o direito de viajar de ônibus leito nas partidas do Campeonato Paranaense.


Mas as principais perdas dos apitadores do Paraná ocorreram sob o comando de Afonso Vitor de Oliveira, que ao assumir o poder na FPF, mudou-se de mala e cuia para o Pinheirão, embora tenha a associação sede própria no edifício Asa, e a alugou de forma inexplicável. Dias após a mudança, o Pinheirão foi interditado pela Justiça e já se passaram mais de quatro anos. Consequência: os árbitros não têm onde se reunir para discutir os temas de seus interesses.


Porém, as lancetadas letais desferidas nos árbitros da FPF, e o principal ato de subserviência de Afonso Vitor de Oliveira, aconteceram no ano passado e neste ano. Em 2009, a FPF pediu 2/3 da taxa de inscrição dos árbitros (R$ 175.00 ) per capita, que, desde 1988 sempre foi da associação e neste ano a FPF exigiu na sua totalidade e mais uma vez de maneira submissa nunca antes vista nos anais da arbitragem paranaense, Afonso Vitor e sua "tchurma" "atenderam" o pedido da federação e, por conseguinte, taxaram num caso sui gêneris no futebol brasileiro, os árbitros da Federação Paranaense de Futebol, que para apitar competições da entidade tem que pagar. É o fim da picada! Pobre arbitragem paranaense!


PS (1): Perguntar não ofende: a nova diretoria da associação sob a batuta de José Renê Stavisnki, irá reivindicar as perdas aqui nominadas ou adotará a mesma postura do senhor Afonso Vitor de Oliveira em relação a FPF?


PS (2): Na sua despedida, Afonso Vitor de Oliveira vai explicar como ocorreu o dilema financeiro da Associação dos Árbitros no período de 2000/2003, dilema esse confirmado em duas instâncias pelo Tribunal de Justiça do Paraná e recentemente pelo (STJ) Superior Tribunal de Justiça em Brasília e porque ficou calado ao invés de apurar, já que era vice-presidente da entidade?
Valdir Bicudo -bicudoapito@hotmail.com

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Rússia e Qatar serão as sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022


Países apostaram na parte financeira para desbancar países como EUA, Inglaterra, Japão e Australia
Redação Justiça Desportiva

No início da tarde desta quinta-feira, diz 2 de dezembro, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, anunciou as sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022. No evento oficial realizado em Zurique, na Suíça, a Rússia foi a escolhida dos membros do comitê executivo da entidade para a disputa de 2018, após a competição que será realizada no Brasil, quatro anos antes. Depois, em 2011, o Qatar será a sede.


Entre os outros candidatos para 2018 ainda estavam Holanda em parceria com Bélgica, além de outra dupla, Portugal e Espanha, e ainda a Inglaterra.
"Vocês confiaram em nossa candidatura e eu posso prometer que faremos historia juntos", comemorou o vice-primeiro ministro da Rússia, Igor Shuvalov, tendo ao seu lado o jogador Andrey Arshavin, do Arsenal, e a atleta Yelena Isinbayeva.
Marcada para as 13h (de Brasília), a cerimônia sofreu um atraso, prova do equilíbrio da votação. Vale lembrar que o cronograma da votação é composto por várias rodadas, onde o escolhido será definido caso obtenha 50% dos votos, mais um.
Logo, se algum representante não conseguisse os votos suficientes para sua candidatura, a sede menos votada seria descartada e a votação realizada novamente até que uma fosse escolhida.
Assim como a Rússia, que investiu muito dinheiro na candidatura, o Qatar também apostou na parte financeira para conseguir desbancar quatro candidaturas, incluindo os poderosos Estados Unidos, Austrália, Coreia do Sul e Japão, que também pleitearam o Mundial de 2022, sem sucesso.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Os caras do ano

Simon, Hausmann e Braatz, que aparecem na companhia do ex-árbitro Pierluigi Collina, formam o triunvirato dos "caras inteligentes" da arbitragem

FOTO: MHD


Se Márcio Chagas da Silva, da Federação Gaúcha de Futebol, foi a revelação na arbitragem deste calendário esportivo fluente (2010), é necessário complementar com os nomes daqueles apitos que se destacaram na presente temporada, alcançando o sucesso, como o árbitro Carlos Eugênio Simon (Fifa/RS) e os árbitros assistentes Altemir Hausmann (Fifa/RS) e Roberto Braatz (Fifa/PR).
Nosso país necessita desesperadamente de modelos dignos de serem seguidos. Heróis autênticos. Pessoas íntegras, cujas vidas nos inspirem a ser melhores, a subir mais alto, a nos destacar. Isto sempre foi verdade. Daí esta escolha, ter se originado de uma análise profunda, efetivada em todos os momentos que esta brilhante trempe esteve exercendo as funções de árbitro ou assistente.
Ao falar-se de Carlos Eugênio Simon, está se falando do homem, histórico do apito brasileiro, com rajadas cintilantes no exterior, principalmente no maior torneio de futebol, a Copa do Mundo, comandado pela Fifa. Simon é o único árbitro do Brasil a participar e apitar três Mundiais consecutivos (2002, 2006 e 2010), e, por extensão, o árbitro com o maior número de finais do Brasileirão (cinco finais), da Copa do Brasil (cinco finais) e recordista de jogos na Série A do Campeonato Brasileiro, com 295 jogos apitados. É o árbitro do ano.
Os assistentes Altemir Hausmann e Roberto Braatz completam o triunvirato dos "caras inteligentes" deste ano na área da arbitragem e são alvos de justificada honorificação, pelo que a crônica internacional ilustrou na Copa em território africano e em âmbito nacional. Ambos formam, ao lado de Carlos Eugênio Simon, o trio de árbitros que obteve o melhor desempenho nas suas funções neste Brasileirão/2010. Parabéns a todos.

Fonte: Justiça Desportiva