domingo, 13 de dezembro de 2015

Curso RAP para árbitros e instrutores do Uruguai finaliza exitosamente

     Wilson Seneme, o segundo da esquerda para à direita sentado, foi o coordenador do curso


Com a entrega de diplomas, terminou o curso Referee Assistance Program (RAP) para árbitros e instrutores do Uruguai. O curso teve lugar no Complexo AUF Associação Uruguaia de Futebol e contou com a presença de Wilson Seneme, Instrutor de árbitros da FIFA, Cristian Rossen, Instrutor na parte física e Carolina Colmán como agente de desenvolvimento da FIFA.

Wilson Seneme em diálogo com a imprensa da AUF, explicou que "em geral, os cursos de RAP estão para apoiar as associações-membro em que os árbitros recebem informações atualizadas de conceitos de seguimento da arbitragem da FIFA. O principal objetivo do curso é que as informações atualizadas das regras chegue a todos os países".

Esta semana foram realizadas atividades técnicas, avaliações teóricas, avaliações de situações de jogo mais importantes e jogadas controversas, tais como o uso das mãos no futebol. Seneme disse que o trabalho foi feito por meio de vídeos e exercícios em campo com a presença de jogadores simulando situações reais de jogo para treinar e esclarecer pontos importantes.

O curso foi frequentado por 30 árbitros internacionais e árbitros convidados da Primeira Categoria. "Isto é muito importante porque esses árbitros, após o curso, encontrar-se-ão prontos e atualizados para entrar no âmbito internacional em 2016", disse Seneme.

Cristian Rossen, treinador argentino e responsável por essa área na CONMEBOL, explicou como os aspectos físicos e técnicos estão relacionados.

"Durante o curso foram realizados trabalhos técnicos e físicos integrados. Temos feito trabalho de pista bem como em campo de jogo, em conjunto com instrutores locais". Por sua vez, Rossen disse que o curso também enfatizou a novas provas que a FIFA está se preparando para implementar em um futuro próximo. "Estamos a preparar este tipo de provas para que os árbitros as tolerem da melhor maneira possível em cursos FIFA e CONMEBOL."
Fonte: Site da AUF

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Melhores trios de arbitragem do Brasil em 2015

    Rodolpho Toski Marques, 27 anos, (CBF-1/PR) com a bola, é o melhor árbitro da Série (B) do Brasileirão/2015 

A Comissão de Arbitragem da CBF revelou nesta terça-feira (8), os nomes dos melhores árbitros do Campeonato Brasileiro das séries A, B, C e D de 2015, além das árbitras que atuaram nas competições de futebol feminino. No Brasileirão, receberam o troféu no programa "Bem, Amigos!" na segunda-feira (7), o árbitro Anderson Daronco (RS) e os assistentes Alessandro Matos (BA) e Guilherme Camilo (MG). Confira a lista dos vencedores de todas as competições.


MELHORES TRIOS - SÉRIE B
OURO: Rodolpho Toski Marques (CBF-1/PR) / Luciano Roggenbaum (PR) / Elio Nepomuceno de Andrade Júnior (RS)

PRATA: Rodrigo Alonso Ferreira (CBF-1/SC) / Michael Correia (RJ) / Fábio Rodrigo Rubinho (MT)

BRONZE: José Cláudio Rocha Filho (SP) / Leonardo Mendonça (ES) / Eder Alexandre (SC)

MELHORES TRIOS - SÉRIE C
OURO: Sávio Pereira Sampaio (DF) / Eli Alves Sviderski (SC) / Paulo de Tarso Bregalda Gussen (BA)

PRATA: Thiago de Alencar Gonzaga (MS) / Carlos Eduardo do Rosário Depizzol (ES) / Tomaz Diniz de Araújo (PB)

BRONZE: Roberto Giovanny Oliveira Silva (GO) / Francisco Nurisman Machado Gaspar (PI) / Silber Faria Sisquim (RJ)

MELHORES TRIOS - SÉRIE D
OURO: Paulo Roberto Alves Júnior (PR) / Leandro Matos Feitosa (SP) / Leone Carvalho Rocha (GO)

PRATA: Adriano Milczski (PR) / Tiago Gomes da Silva (GO) / Jean Carlos Rodrigues da Silva (AC)

BRONZE: Christiano Gayo Nascimento (DF) / Thiago Rosa de Oliveira (RJ) / Nilton Pereira da Silva (RR)

MELHORES TRIOS FEMININOS
OURO: Ana Karina Alves (PE) / Helen Gonçalves Silva Araújo (MG) / Patrício Silveira da Silva (RJ)

PRATA: Tainan Bordignon Somensi (SC) / Marcela de Almeida Silva (SP) / Érica Paulo de Jesus da Purificação (BA)

BRONZE: Regildênia de Holanda Moura (SP) / Ivânia do Nascimento Lopes (BA) / Fabrini Bevilaqua Costa (SP)

PS: A confraria do apito da Federação Paranaense de Futebol (FPF), que pertence a Relação Nacional de Árbitros de Futebol (RENAF/CBF), está de parabéns pelo reconhecimento expressivo da CA/CBF, que laureou o excelente trabalho que todos desenvolveram nesta temporada nas diferentes competições do Campeonato Brasileiro.
  
PS (2): Láurea que contemplou Rodolpho Toski Marques (CBF-1/PR) e Marielson Alves da Silva (CBF-1/BA), as duas principais revelações deste ano da arbitragem brasileira. Aliás, revelações que foram descobertas pelos olhos de “lince” do presidente da CA/CBF Sérgio Corrêa da Silva. Ressalte-se ainda, que a performance de sucesso dos dois jovens apitos, teve na lapidação a participação indiscutível da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (ENAF).  
 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

“MAR DE LAMA” não chegou ao apito



A temporada de 2015 do futebol brasileiro trouxe a público gravíssimas denúncias contra a cartolagem que comanda o futebol pentacampeão. Denúncias que se comprovadas irão exterminar os últimos resquícios de ingenuidade que ainda vicejam no futebol do Brasil. Denúncias que na sua maioria eram desconhecidas, sobretudo do torcedor, que deverão provocar um terremoto com novos desdobramentos nos próximos meses em diferentes segmentos, principalmente no comando da CBF.

Nesse tsunami de denúncias envolvendo a direção da CBF, um setor passou incólume pela podridão que assola o comando do futebol pentacampeão - a arbitragem. Arbitragem que é composta por homens e mulheres que na sua maioria é gente de origem humilde.

Árbitros e árbitras que apesar da precária formação que recebem das federações de futebol e do “acanhado” apoio que lhes disponibiliza a própria CBF, da ausência de cursos de capacitação continuada e da anacrônica pré-temporada a que são submetidos, não se deixaram contaminar pelos laivos de corrupção que denigrem a imagem do outrora respeitado futebol brasileiro. 

Arbitragem que é sistematicamente utilizada como mercadoria de troca entre dirigentes da CBF, das federações e dos clubes. Arbitragem que é explorada “vergonhosamente” pela CBF, tendo como litisconsorte nessa exploração a omissão dos sindicatos da categoria.

Exploração que vem acontecendo há mais de uma década, com a alocação de patrocínios de logomarcas de multinacionais nas mangas das camisas dos homens de preto e neste ano, nas costas das camisas sem nunca terem recebido um único centavo de contrapartida. 
                   
Dinheiro que deveria ser reivindicado pela Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) e sindicatos há muito tempo - já que há uma decisão da Fifa normatizando que as verbas obtidas com o patrocínio nas mangas das camisas devem ser revertidas em benefício exclusivo dos homens do apito e das bandeiras.

Verbas que deveriam ser utilizadas na requalificação da arbitragem que atua no Campeonato Brasileiro nos quesitos técnico, tático, físico, psicológico, na contratação de nutricionistas, fisiologistas e na preparação física dos apitos e assistentes da Relação Nacional de Árbitros de Futebol (Renaf).
  
Arbitragem que é profissional de acordo com a Lei Nº 12.867/2013, mas teve negado o direito de arena por equívoco na redação a respeito do tema. Arbitragem que viu seus representantes sem a devida representatividade política na derrubada do veto do direito de arena perante o Congresso Nacional. 
 
Arbitragem que recentemente por inoperância ou desconhecimento do jurídico da Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf), após a colheita de (duzentas e cinquenta) procurações peticionando junto a Justiça de Recife (PE), o direito de imagem ao árbitro de futebol, foi informada há poucos dias que a Juíza que apreciou a ação remeteu os autos para o Rio de Janeiro, porque é lá que está localizada a sede da Tv que transmite os jogos do Brasileirão.

Arbitragem que anseia há muitos anos por um projeto de relevância da CBF, que contemple à categoria na sua plenitude, com o fim precípuo de que as tomadas de decisões no campo de jogo, sejam o mais próximo da uniformidade das Regras de Futebol, mas fecha mais um ano sem nenhuma perspectiva de futuro.

Arbitragem que apesar das mazelas acima nominadas cometeu pequenos equívocos, que não tiveram maiores influências nos resultados das 380 partidas da Série (A), considerada a maior e mais equilibrada competição de futebol do planeta. Além disso, essa mesma arbitragem, dirigiu 380 jogos da Série (B), diversos confrontos das Séries (C e D), Copa do Brasil, Copa do Nordeste, Sub-17 e Sub-20.

Arbitragem que por mudança de arquétipo na condução dos prélios na Série (A), reduziu o número de faltas, aumentou o tempo de bola  em jogo e erradicou a indisciplina durante e após os jogos.  De todas as grandes ligas europeias, somente a Premier League (Inglaterra), supera o futebol brasileiro nos itens de infração e tempo de bola rolando.

Arbitragem que teve na honestidade e no equilíbrio de Sérgio Corrêa da Silva, Nilson Monção, Alicio Pena Júnior à frente da Comissão de Árbitros da CBF, e dos colaboradores Ana Paula Oliveira, Dionisio Roberto Domingos, Edson Rezende de Oliveira, Manoel Serapião Filho (CBF/CONMEBOL/FIFA), Wilson Luiz Seneme, o principal diferencial de todas as competições da Confederação Brasileira de Futebol. As personagens aqui mencionadas, são dignas na nossa opinião, de reconhecimento dos torcedores, dos atletas, dos dirigentes e da mass media esportiva.   

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Quem tem que indicar é a CBF

    Ricardo Marques Ribeiro (FIFA/MG),com pulseira preta é o árbitro do ano na nossa opinião.
A decisão da comissão de clubes que discute um novo projeto ao futebol pentacampeão, reunida na sexta-feira (27/11), no Rio de Janeiro, sob a liderança do presidente do Flamengo(RJ) - Eduardo Bandeira de Melo,  decidiu inserir no projeto - “a criação de um controle externo para a arbitragem” do Campeonato Brasileiro – a medida expõe uma certa desconfiança dos cartolas do nosso futebol, sobre as avaliações que vem sendo efetivadas pelos atuais assessores e delegados de arbitragem designados pela CBF.

O grande imbróglio envolvendo assessores e delegados de arbitragem, está na indicação das pessoas para exercerem tão importante função. A CBF fragilizada como está, dificilmente terá coragem de dar cabo a uma prerrogativa que a própria entidade delegou às federações de futebol - as responsáveis em apontar os assessores e delegados para atuarem nas competições da CBF.

Prerrogativa que foi esculhambada” pelas federações, que indicam em alguns casos para tão dificílimo mister, gente que nunca apitou sequer uma partida de peladeiros. Além disso, há uma plêiade de diretores de federações, das comissões de arbitragem e das escolas de formação de árbitros, atuando como assessores e delegados - prática incompatível e, por consequência, coloca sob “suspeita” a análise que é feita a respeito do desempenho do quarteto dos homens de preto. 
 
Adicione-se ao exposto no parágrafo anterior, a presença de  dirigentes de associações e sindicatos de árbitros atuando como assessores e delegados - o que “desmestifica” de uma vez por todas a nobre missão de assessor e delegado de arbitragem do futebol brasileiro. 

Caso não altere a forma de escolha dos assessores e delegados, além de continuar degradando uma importante ferramenta que tem o objetivo de detectar e corrigir os erros e a melhora na qualidade dos nosso apitos e bandeiras, a CBF terá que conviver com a insurreição e desconfiança dos seus filiados. 
   
PS: Aos questionamentos que recebi sobre a indicação do árbitro Ricardo Marques Ribeiro (FIFA/MG), como o melhor do Brasileirão deste ano, respondo: Neste 2015, o indigitado apito participou do Sul-americano masculino Sub-20 no Uruguai - (dirigiu a final Uruguai x Argentina) – atuou no Mundial masculino Sub-20 da FIFA, na Nova Zelândia, na Copa Libertadores, na Copa Sul-americana, na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro.

PS(2): Nenhum árbitro do futebol brasileiro vinculado a FIFA nesta temporada, participou de tantas competições e conseguiu atingir a performance vitoriosa de Marques Ribeiro.  As partidas comandadas pelo indigitado apito, estiveram próximas de 100% de exatidão nos quatro pilares exigidos pela FIFA num árbitro top de linha que são:  O técnico, tático, físico e psicológico, preceituados pela FIFA e o (IFAB). É a nossa opinião!

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Congresso terminou como começou: Sem conteúdo

   Foto: Julio Cancellier/Anaf
Observando o site da Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) até o fechamento deste articulado, no que diz respeito ao conteúdo do XXXIX congresso da entidade e sindicatos de árbitros de futebol, realizado em Campo Grande (MS), no período de 27 a 29 do mês em curso, notei a ausência de informação e a consequente discussão dos temas de relevância e de interesse da confraria que labora no futebol brasileiro.

O direito de arena que deu “chabu”, fruto da ausência de um trabalho jurídico elaborado dentro dos cânones da lei, acoplada a falta de representatividade política junto ao Congresso Nacional, leia-se Câmara dos Deputados e Senado Federal em Brasília, pelo andar da carruagem foi de mala e cuia para o beleléu.

Já o direito de imagem alardeado e trombeteado com estrondo de um trovão, num primeiro momento ajuizado em Recife (PE) – após  ser apreciado pelo Poder Judiciário pernambucano, foi enviado corretamente pelo juiz da terra do frevo, à Justiça do Rio de Janeiro – isto porque, a ação movida pelos (duzentos e cinquenta árbitros) da Renaf, foi contra a Rede Globo de Televisão - emissora responsável pela transmissão dos jogos do Brasileirão, com sede na cidade Maravilhosa. Será que o jurídico da Anaf desconhecia o endereço da Tv Globo? Há um vídeo postado no site da (Anaf), com a devida explicação sobre a querela. Mas a pergunta que deveria ser respondida pelo jurídico da Anaf e não foi é: Por que a ação foi ajuizada em (Recife)Pernambuco, ao invés do Rio de Janeiro sede da Rede Globo de Televisão?

Juristas ouvidos por este colunista afirmaram que a exemplo do direito de arena, se não for trilhado o caminho jurídico adequadamente e elaborado a petição por pessoa com notório conhecimento a respeito do direito de imagem e outras legislações, o desfecho do direito de imagem poderá ser o mesmo do direito de arena. Ou seja, vai para o beleléu.

No que diz respeito as verbas estratosféricas das logomarcas estampadas em diferentes locais da indumentária dos homens de preto, que atuam nos campeonatos da CBF, (nas meias, bermudas,  mangas e nas costas das camisas), não há uma única menção no sítio da (Anaf). O que significa que a confraria do apito continuará sendo explorada pela CBF, e não receberá nenhum vintém pelas publicidades que fazem há mais de uma década gratuitamente.
 Sem receber um único centavo, arbitragem do Brasileirão continuará sendo explorada pela CBF com publicidades exibida nas costas e nas mangas da camisa? 
Outro item fundamental à arbitragem que não aparece no site da entidade, está relacionado as taxas e diárias de arbitragem para a próxima temporada que estão defasadas. Relatório do Banco Central e da Fundação Getúlio Vargas do último sábado (28), apontou que a inflação até o momento atingiu 9,9%.

O que significa que além do desconto de 11% ao INNS, do imposto de renda, de 3% à Anaf e 2% às associações e sindicatos da taxa, os homens que manejam o apito e as bandeiras já foram vitimados nos seus proventos, por uma inflação que irá ultrapassar a casa dos dois dígitos. Árbitros da Renaf esperavam uma posição da Anaf no que tange ao reajuste das taxas e diárias. Isto porque, a Copa do Brasil tem inicio nos primeiros dias de fevereiro de 2016.

Outra questão amplamente divulgada pela mass média esportiva durante a semana passada e não foi discutida no congresso da Anaf - é a posição dos grandes clubes do futebol brasileiro que desejam inserir no projeto de modernização do nosso futebol, especialistas em arbitragem do Continente europeu, para avaliar o desempenho dos homens do apito dos próximos torneios da CBF.

A Anaf na nossa opinião, como entidade que representa a arbitragem, dado que a maioria dos seus dirigentes foram árbitros num passado recente, deveria se pronunciar e defender guardada as devidas proporções, o atual quadro de assessores e delegados de arbitragem da CBF. Além de tomar posição a respeito do fato, caberia no mínimo uma sugestão e/ou proposição de melhora neste quadro que tem importância significativa nos relatórios, cuja missão principal é avaliar e detectar os acertos e os equívocos de juízes e bandeiras.
 
E, por derradeiro, o tema mais importante que faltou informar  no site da (Anaf), é o porquê da não criação imediata da Federação Brasileira dos Árbitros de Futebol. A Constituição da República Federativa do Brasil, diz que para a fundação de uma federação vinculada a área trabalhista, são necessários cinco sindicatos com a Certidão de Registro Sindical (Carta Sindical). Atualmente há oito sindicatos com a Carta Sindical. Quais os motivos e/ou interesses que impedem a criação da Federação Brasileira dos Árbitros de Futebol? Ninguém toca no assunto e segundo fiquei sabendo, quem se atrever a falar do fato será literalmente “escanteado”.

PS: Aliás, se existisse a Federação Brasileira dos Árbitros de Futebol, instituição que é reconhecida pela Constituição do Brasil, pela (CLT) e o ministério do Trabalho, talvez o ministro do Esporte George Hilton, medisse suas palavras e não teria afirmado à Revista Placar que os árbitros não devem receber o direito de arena.

PS (2): Se reivindicações como o direito de imagem e de arena estão distantes dos homens de preto como o planeta-anão, Plutão, está da terra, falar em arbitragem profissional e demonstrar contrariedade em relação ao sorteio da arbitragem diante do quadro politico-sócio-econômico que vivenciamos por ora no Brasil é uma grande utopia.