Árbitro de Video em teste na (MLS-EUA) - Crédito: FIFA
Enquanto
a CBF questionou em várias oportunidades nos últimos dois anos, o
Protocolo estabelecido pelo (The IFAB), em 5 de março de 2016, e
utilizou de várias evasivas para não implementar no futebol
brasileiro o experimento do ÁRBITRO DE VÍDEO (AV), o mundo do
futebol realizou em diferentes partes do planeta, o aludido teste em
mais de vinte competições e em exatos oitocentos jogos conforme
consta no site do (The IFAB de
22/1/2018).
A
cada equívoco da confraria do apito nas competições da CBF, nos
dois anos que se passaram, e o porquê da não implantação do (AV),
a CBF via sua anacrônica comissão de arbitragem, apresentava
diferentes óbices para “explicar” os motivos de não aderir a
tecnologia em tela no auxílio à arbitragem, que atua nos seus
torneios.
Pois
bem, após dois anos de experiências do (AV) e profunda análise
realizada por mais de uma
centena de cientistas e técnicos selecionados pela FIFA e o (The
IFAB), sob a direção da KU
Leuven University (Bélgica),
o
(The IFAB), na reunião
realizada na segunda-feira (22), [REFERENDOU]
os testes realizados com o ÁRBITRO DE VÍDEO até aqui efetivados.
E,
por consequência, encaminhou toda a documentação para apreciação
do colegiado da Assembleia Geral Anual do (The IFAB), que será
realizada no próximo dia 3 de março, em Zurique, (Suíça), com a
presença do presidente da FIFA, Gianni Infantino.
Reunião
que irá decidir pela implementação ou não do (AV), na Copa do
Mundo da Rússia deste ano e
demais competições.
PS:
Ressalte-se que que além das evasivas utilizadas pela CBF, a
entidade realizou dois testes com o (AV) na decisão do campeonato
pernambucano de futebol de 2017. Duas experiências que deu “Chabu”.
PS
(2): Na primeira partida entre Sport/PE x Salgueiro/PE, na Ilha do
Retiro, a definição de um lance se foi ou não penal, ultrapassou a
marca dos seis minutos. No segundo prelio entre as mesmas equipes,
foram utilizados quase sete minutos para saber se a bola saiu ou não
pela linha linha de fundo na cobrança de um tiro de canto. Foi
um horror!
ad
argumentandum tantum – Após
flertar dois anos com o atraso, quando
é que a CBF vai inserir o setor de arbitragem da instituição no
século 21?
ad
argumentandum tantum (2) – A respeito da belíssima arbitragem do
árbitro Luiz Alexandre Fernandes, no confronto Coritiba x
Prudentópolis, pelo campeonato paranaense, falo na coluna de amanhã.
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