sexta-feira, 24 de março de 2017

Collina garante que um árbitro auxiliar erra menos... do que Toni Kroos

                                                                 Crédito: UEFA.com

[Comparação entre acerto dos fora-de-jogo e os passes certos do alemão]

"Uma decisão errada do auxiliar deitar por terra uma boa prestação da equipa de arbitragem". O Diretor do Comité de Arbitragem da FIFA, Pierluigi Collina (foto), garantiu que o trabalho do árbitro auxiliar, por vezes desvalorizado, sempre foi e continuará a ser muito importante num jogo de futebol e, tal como o juiz principal, necessita de ser trabalhado.

Contudo, e garantindo que os auxiliares que estão presentes em jogos internacionais são acompanhados por especialistas apenas desde 2011, Collina esclareceu durante o Football Talks o que está a ser feito: "É preciso treinar o fora-de-jogo. Durante a semana podem preparar-se a correr e a trabalhar os aspectos físicos mas, no final da semana, a única hipótese que têm de o treinar é durante o próprio jogo. Foi por isso que criámos uma plataforma on-line, a Perception4Perception, que lhes permite, com base em imagens e sensações replicar o que acontece num campo de futebol, algo que foi feito também na Fórmula 1 há uns anos".

E qual é a percentagem de acerto dos fora-de-jogo por um árbitro auxiliar? A curiosa comparação ajuda a perceber o trabalho do juiz. "A percentagem de acerto anda à volta dos 95% e por vezes tem de conseguir perceber situações 'apertadas'. Um metro pode fazer a diferença.

LEIA MATÉRIA COMPLETA CLICANDO NO LINK: http://www.record.pt/futebol/detalhe/pierluigi-collina-garante-que-um-arbitro-auxiliar-erra-menos-do-que-toni-kroos.html

quinta-feira, 23 de março de 2017

Deborah Cecília vai apitar o Clássico das Multidões

Após mais de 20 anos sem a presença de uma mulher apitando um Clássico no Campeonato Pernambucano profissional, em audiência pública realizada nesta quinta-feira (23), na sede da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), a árbitra Deborah Cecília foi escalada para comandar o Clássico das Multidões, neste domingo (26), entre Sport e Santa Cruz, na Ilha do Retiro.

Deborah é a segunda árbitra pernambucana a apitar um clássico profissional. A primeira foi Maria Edilene que, no dia 08 de novembro de 1992, entrou em campo para comandar o jogo entre Sport e Santa Cruz. Na ocasião, o clube Coral venceu o rubro-negro por 1 x 0. A partida foi conduzida de forma tranquila pela árbitra que teve o comando total do jogo e impôs respeito à torcida e aos jogadores.

A escolha para que o comando do jogo ficasse a cargo de Deborah não foi à toa. O presidente da Comissão Estadual de Arbitragem (Ceaf), Salmo Valentim, justificou a escalação. “A Deborah vem de um momento equilibrado em todos os pilares que são: físico, psicológico, social e técnico. Ela tem feito grandes jogos, no Estadual deste ano, por exemplo, já apitou seis partidas. Conduziu também um jogo na Copa Verde, um no Campeonato Brasileiro Feminino e um na Copa do Nordeste”.

“Este trabalho é um reconhecimento à qualidade de Deborah e ao trabalho que a Comissão Nacional de Arbitragem tem realizado, após a promoção da mesma ao quadro da FIFA”, completou.

Deborah recebeu a notícia com surpresa. Ela estava chegando de viagem, após apitar um jogo pela Copa do Nordeste quando soube pelo membro da Ceaf, Eric Bandeira, que havia sido escalada.

“Eu me sinto muito honrada e feliz pela oportunidade de estar realizando um sonho de apitar um clássico no meu Estado. Eu não esperava que seria agora, mas ao mesmo tempo estou preparada para esse jogo. Gostaria de ressaltar o trabalho da Comissão Estadual, do presidente Salmo Valentim, além do presidente Evandro Carvalho. Agradecer também a Murilo Falcão, aos membros da Comissão, Eric Bandeira e Francisco Domingos, a Bárbara Gayo, a Neide Zaidan, essas pessoas que estão à frente do futebol pernambucano”, disse. “Ao presidente Salmo eu queria deixar um agradecimento especial. Ele é um gestor do qual eu não tenho do que reclamar. Faz uma gestão perfeita e foi o cara que me projetou. Sem ele eu não iria chegar onde cheguei”, completou.

Deborah também ressaltou o trabalho da Comissão Nacional. “Também tenho muito que agradecer ao presidente da Comissão Nacional, Cel Marinho, a Sérgio Correia, Alicio Pena Jr, a psicóloga da Escola Nacional, Dra. Martha Magalhães, a Ana Paula de Oliveira, todas essas pessoas contribuíram para que eu pudesse estar ganhando espaço na sociedade e quebrando barreiras”, finalizou.

A árbitra tem um currículo extenso no futebol brasileiro. Na arbitragem profissional há seis anos, já apitou partidas importantes no cenário nacional. Como o jogo entre Náutico - RR x São Raimundo- PA e Murici x Campinense, realizados em 2016, ambos válidos pela Série D do Campeonato Brasileiro.

Este ano já com o escudo FIFA, Deborah se tornou uma das primeiras árbitras a comandar um jogo da Copa Verde, competição regional disputada entre equipes do Norte e Centro-Oeste e a primeira árbitra a apitar um jogo da Copa do Nordeste entre Altos x Moto Club, que aconteceu na noite da última quarta-feira.

Sobre a expectativa para entrar em campo neste domingo (26), Deborah disse estar ansiosa. “Conversei agora pouco com Bárbara (psicóloga da Ceaf) e com Martha (psicóloga da CBF), falei que estou ansiosa para dar o apito inicial. Depois que o jogo começar essa ansiedade passa e eu esqueço que tem torcida e me concentro ali. Foco ali no jogo”, disse.
Fonte: Federação Pernambucana de Futebol

ESTÁ FECHADO O GRUPO DA RÚSSIA

    A (CSF) estuda implementar o Árbitro de Vídeo na Taça Libertadores, neste 2017. - Crédito: FIFA.com

O primeiro seminário preparativo da arbitragem à Copa do Mundo de 2018, na Rússia, aconteceu no Qatar, em novembro de 2014, quando a FIFA através do diretor de arbitragem, Massimo Busacca, convocou os apitos e bandeiras da Confederação Asiática de Futebol.

O segundo Workshoping com a mesma finalidade, foi efetivado em Miami nos (EUA) – quando participaram os homens de preto da CONCACAF (América do Norte, Central e do Caribe) e da CONMEBOL. O terceiro curso de excelência com vistas ao Mundial na terra dos czares, teve como sede o Continente Europeu, envolvendo a confraria do apito da UEFA. 

O quarto evento preparativo à Copa do ano que vem, acontece na Itália, no próximo mês de abril. Observei em cada convocação dos seminários em tela uma palavra: coerência. Coerência de Busacca, ou seja, coesão, lógica, dos árbitros e assistentes convocados.

Outra comprovação da coerência do diretor de arbitragem da FIFA, está relacionada na designação da arbitragem em todos os torneios da entidade, após a Copa do Mundo no Brasil. Com uma ou outra exceção, é o mesmo grupo de árbitros e assistentes. Exemplo característico, foi a divulgação nesta semana da arbitragem que irá laborar no Mundial Sub-20 da Coréia do Sul. Torneio que acontecerá entre os meses de maio e junho próximo. Todos os convocados estão pré-selecionados ao Mundial de 2018.
 
Conmebol estuda utilizar o Árbitro de Vídeo
Na prelação que fez no Talsk Footbal, que está sendo realizado em Estoril (Portugal), o presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol, Alejandro Dominguez, anunciou que a entidade está fazendo um investimento muito grande – um centro de tecnologia à arbitragem. De fato estamos propondo que a Libertadores, desde as quartas de final de 2017, tenha assistência de vídeo para o árbitro e que tenhamos também o Hawk-Eye ou olho de falcão como é conhecido a (tecnologia da linha do gol). Acreditamos que à medida em que damos assistência vamos ter inovação, credibilidade e creio que isso faz bem ao futebol, disse Dominguez. {A notícia foi veiculada pelo Diário Esportivo o LANCE da quarta-feira,22).


segunda-feira, 20 de março de 2017

CAMPEONATOS REGIONAIS EXPÕE O “MISERÊ” DA ARBITRAGEM

      Daronco deve se aconselhar com o maior árbitro de todos os tempos do futebol brasileiro e recordista em Mundiais da FIFA, Carlos Eugênio Simon  - Crédito: Apito do Bicudo                                                
Na semana que passou, o Grêmio de Porto Alegre (RS), anunciou que quer unir-se com seu maior rival, o Internacional (RS), no sentido de que caso ocorram novos confrontos entre ambos no atual Campeonato Gaúcho, a arbitragem seja de outro estado.
Observem que a iniciativa parte de duas das maiores equipes do futebol brasileiro. O significado da união da dupla GRE-NAL, confirma com clarividência, a nossa opinião em janeiro deste ano, aqui neste espaço, que a outrora exemplar arbitragem gaúcha estava vivenciando um continuísmo na direção do setor do apito como nunca se viu e, por extensão, apresentava laivos de decadência.
Lembro que os gaúchos já tiveram três árbitros no quadro da FIFA – atualmente tem um - Anderson Daronco - Daronco surgiu como uma das principais revelações do futebol pentacampeão. Mas, tem enfrentado algumas intempéries. Falta-lhe acompanhamento e orientação de líderes da grandeza ética e do carisma de Carlos Eugênio Simon e Ciro Camargo.
O imbróglio dos homens de preto não é “privilégio” dos gaúchos. É um “fenômeno” negativo que se repete em todas as federações de futebol pelo país afora.
Tenho observado alguns jogos dos campeonatos regionais do PR, SC, RS, SP, RJ, MG, BA e PE. Competições onde a arbitragem tem cometido uma sequência de erros de interpretação e aplicação das REGRAS DE FUTEBOL, que qualquer pessoa que tenha um mínimo de conhecimento e discernimento sobre as leis que regem o futebol dentro das quatro linhas, percebe.
O que tenho observado é que falta autoridade e capacidade cognitiva à arbitragem. Também é visível, a indecisão - sobretudo, do árbitro, nas tomadas de decisões, sejam elas técnicas ou disciplinares.
Falta clareza no momento de sinalizar com os braços, como preceituado no diagrama dos sinais aprovados pelo (The IFAB), para serem utilizados pela arbitragem numa partida, conforme a REGRA (5).
Nas faltas e incorreções – há árbitros bem como assistentes que, no momento de sinalizar a infração, “titubeiam”. Não possuem discernimento imediato e às vezes até definir se foi infração ou um contato físico normal, forma-se um furdúncio terrível a sua volta. “Titubeio” que tem ocorrido constantemente na marcação do tiro de canto e do tiro de meta.
Tem árbitro que não sei se por desleixo ou por falta de orientação nas faltas, REGRA (12), não estendem o braço na horizontal (tiro livre direto) e não levantam o braço na vertical (tiro livre indireto), acima da cabeça, como determinado no diagrama. São raros os apitos que agem corretamente nesta situação.
O cartão amarelo foi “avacalhado” nos campeonatos regionais. Não existe diálogo entre árbitros e atletas (arbitragem preventiva). Arbitragem preventiva que consiste na conversa do apitador com os jogadores, no olhar, nos sinais, na advertência verbal, no trilar do apito e quando necessário, aí sim, o árbitro adverte o infrator, independente do diálogo. Falta discernimento, inteligência e bom senso aos apitos e bandeiras dos aludidos torneios.
Outra deficiência gravíssima que tenho visto é o posicionamento do árbitro durante a partida. O sistema diagonal é perfeito. Mas isto não significa que o árbitro deve ficar plantado nesta posição. Há jogadas em determinadas partidas, que provocam altercações entre os atletas e exigem que o árbitro deixe a diagonal e exiba sua presença física, onde o fato está acontecendo ou melhor: (onde o pau está cantando na casa de noca). Serenados os ânimos, o árbitro retorna a diagonal. A maioria dos jogos que vi, mostrou o árbitro “plantado” na diagonal e ponto final.
Mas tem mais disparate da arbitragem nos regionais. É a denominada bola na mão ou mão na bola. Não sei o que foi ministrado nos encontros de dois ou três dias, que as federações de futebol tiveram a “pachorra” de nominar como pré-temporada. É uma esculhambação total. Juventude x Internacional e Internacional x São Paulo (RS), pelo campeonato gaúcho, expôs de maneira inexorável a lambança dos árbitros neste tipo de lance. Por favor, chamem o instrutor da FIFA Roberto Perassi - ele vai explicar e tirar as dúvidas do que significa [TOCAR A BOLA COM A MÃO], página (86), do Manual das Regras de Futebol 2016/2017.
Finalizo dizendo que o pilar físico aplicado aos árbitros da CBF, se colocado em prática à arbitragem que atua nos regionais, pelo que observei até o domingo que passou (19/3), reprova um contingente expressivo.
Se houver dúvidas quanto as nossas colocações, faça como eu, sente em frente a TV e assista os jogos dos campeonatos regionais do meio e dos finais de semana. Tenho certeza que aqueles que tiverem conhecimento e capacidade de discernimento das regras e bom senso, me darão razão.
PS: O que está acontecendo nos campeonatos regionais não chega a ser um problema para as federações porque, o nível técnico das equipes que disputam essas competições salvo uma ou duas esquadras, são de baixíssima qualidade, o público é diminuto e os interesses são “paroquiais”.  O nó da questão é que parte da arbitragem que está atuando nos torneios das federações de futebol, irá laborar no Campeonato Brasileiro da CBF.

PS (2): Pelo andar da carruagem,  o Diretor do Departamento de Arbitragem da CBF, o inteligentíssimo Sérgio Corrêa da Silva e a Escola Nacional de Arbitragem de Futebol, que é dirigida pelo conceituado Dr. Manoel Serapião, que é membro do Painel Técnico Consultivo do (The IFAB), e seu congênere Nilson de Souza Monção, terão muito trabalho pela frente neste 2017, com a arbitragem da (RENAF).

PS (3): O site ÁRBITRO INTERNACIONAL, noticia a relação dos árbitros e assistentes convocados pela FIFA, para atuar no Mundial SUB-20, que será realizado na Coréia do Sul, no período de 20 de maio do ano em curso à 11 de junho. O brasileiro WILTON PEREIRA SAMPAIO (FIFA/GO), foi selecionado para atuar na competição, na função de ÁRBITRO DE VÍDEO.

domingo, 19 de março de 2017

ARBITRAGEM BRASILEIRA ESTÁ EM ALTA NA CONMEBOL

                                                                        Crédito: CBF


O Comitê de Arbitragem da Confederação Sul-Americana de Futebol (CSF), presidido pelo brasileiro Wilson Luiz Seneme (foto), divulgou  a escala dos homens de preto, que irão laborar na próxima jornada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

Confira abaixo os apitos do futebol brasileiro que irão atuar na rodada do meio de semana, e a arbitragem para os jogos envolvendo a Seleção Brasileira.


Dia 23 do mês em curso, portanto na próxima quinta-feira, Colômbia x Bolívia, será comandado por Ricardo Marques Ribeiro (FIFA/BRA). Uruguai x Brasil, será gerido pelo argentino Patrício Loustau. Argentina x Chile, terá no apito, o número (1) do futebol pentacampeão, Sandro Meira Ricci. Já o confronto do dia 28, entre Brasil x Paraguai, a arbitragem virá dos Andes. Victor Carrilo (FIFA/PERU), é quem vai dar cumprimento às REGLAS DE JUEGO.

A designação dos brasileiros Ricardo Marques Ribeiro e Sandro Meira Ricci, atesta de maneira inexorável o equilíbrio do Comitê de Árbitros da (CONMEBOL) e a responsabilidade na avaliação, quando da confecção das escalas de cada confronto nas competições da principal entidade da América do Sul.



quarta-feira, 15 de março de 2017

QUAL É O CUSTO/BENEFÍCIO DAS REUNIÕES E CONGRESSOS DA ANAF?

A divulgação aqui neste no Blog, da situação das entidades de classe que “representam” a confraria do apito do futebol pentacampeão, expôs que as reuniões de trabalho e/ou congressos da Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) e congêneres, que reúnem-se duas vezes ao ano, conforme divulgado amplamente no sitio da Anaf, na sua maioria foram infrutíferas.

Após sete anos da administração de Marco Antonio Martins e o grupo que lhe dá sustentação, a categoria dos homens de preto tem a “comemorar”, o RECONHECIMENTO da atividade do árbitro de futebol como profissional. Não confundir RRECONHECIMENTO com REGUALMENTAÇÃO, que é o que não aconteceu. A lei nº 12867/2013 é clarividente: o árbitro de futebol do Brasil é profissional. A partir daí não tem mais nada, pelo menos até o momento que escrevo esta coluna.

As demais demandas onde a Anaf pleiteou ou ajuizou ações como: a profissionalização no sentido de propiciar direitos contidos na (CLT), direito de arena, direito de imagem, direito de participação nas estratosféricas verbas de patrocínios, que a CBF explora na vestimenta da arbitragem da Relação Nacional de Árbitros de Futebol (RENAF), deram com “Os burros n'água”.

Não obstante o exposto acima, ao longo de sete anos, nenhum sindicato foi criado. Os sindicatos do PARANÁ, RIO G. do SUL e SÃO PAULO, já existiam e eram detentores da Certidão do Registro Sindical, antes de Marcos Antonio Martins (foto) e seu grupo assumirem o comando da Anaf.
                                                          Crédito: Anaf
O sindicato de árbitros de futebol do Ceará, é bom frisar, saiu no final de 2016, pela abnegação do seu presidente João Lucas, do sindicalista Ciro Camargo, que é diretor da (UGT) e da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Diante do relatado acima, pergunta-se: Qual é o custo/benefício à confraria do apito que é da (RENAF) e labora nas competições da CBF, das reuniões de trabalho e congressos da Anaf?  Apitos e bandeiras da (RENAF) que pagam 5% à Anaf das taxas de arbitragens e há vários casos de árbitros que pagam a anuidade a Anaf.

PS (1): É crescente a insatisfação em todo o país dos apitos e bandeiras da (Renaf), com o modus operandi da ANAF. Há um segmento que não quer pagar a taxa anual e, por consequência, o desconto do percentual de 5% das taxas de arbitragem que é cobrado nas competições da CBF. Percentual que é divido assim: 3% fica com a Anaf. E,  2% com a associação onde é realizado o jogo do Campeonato Brasileiro, independente da categoria.

PS (2): Diante de um quadro de escassez em termos de conquistas à categoria dos apitos e bandeiras, resta saber, qual será a pauta que a Anaf irá apresentar e discutir na reunião de trabalho, que está programada para o próximo mês de abril na cidade de Rio Branco (Acre). 

PS (3): Aliás, quem é que irá pagar o traslado aéreo, a estadia e a deliciosa culinária que será servida aos dirigentes da Anaf em Rio Branco, no Acre?  Resposta: Você que é árbitro e/ou bandeira com sua contribuição financeira. Sendo redundante: QUAL É O CUSTO BENEFÍCIO À CLASSE DOS HOMENS DE PRETO, DOS CONGRESSOS E REUNIÕES DE TRABALHO DA ANAF?


PERGUNTAR NÃO OFENDE: As forças ocultas permitirão a criação de novos sindicatos de arbitragem, visando a criação da Federação Brasileira dos Árbitros de Futebol, ou continuarão agindo nos labirintos do universo da arbitragem como COVEIROS? 

segunda-feira, 13 de março de 2017

SE EU FOSSE PRESIDENTE DA ANAF?

1) Se eu fosse presidente da Anaf, esqueceria os sete anos de inércia que foram perdidos, já que nada de expressivo foi conquistado à categoria do apito brasileiro. Se eu fosse presidente da Anaf, convocaria a confraria do apito via uma Assembleia Geral e teria a HOMBRIDADE de dizer aos apitos e bandeiras do futebol pentacampeão, que como Anaf, dificilmente a classe atingirá seus objetivos. Quem afirmar o oposto, estará mentindo tal qual um mitômano.

2) Se eu fosse presidente da Anaf, a partir da reunião de trabalho que irá acontecer em Rio Branco no (Acre), no mês de abril do ano em curso, criaria uma FORÇA-TAREFA, com pessoas interessadas e capacitadas para elaborar um projeto com vistas a tirar a arbitragem brasileira, da última poltrona da bilionária locomotiva que é o futebol brasileiro.
                                                                  Crédito: Anaf
3) Locomotiva bilionária onde todos são profissionais, tem carteira assinada, possuem direitos e ganham muito dinheiro com salários, direito de arena, direito de imagem, prêmios por conquistas de títulos e classificação, aviso prévio, férias, 13º salário, INSS , FGTS e aposentadoria - Já você que é árbitro e/ou assistente não tem direito a NADA.

4)Se eu fosse presidente da Anaf, delegaria várias funções à FORÇA-TAREFA, que teria a presença de um renomado jurista na legislação trabalhista em vigor no Brasil. FORÇA-TAREFA que ficaria responsável em orientar as associações de árbitros a preencherem a documentação exigida adequadamente pelo ministério do Trabalho e Emprego (MTE), objetivando ter um número expressivo de sindicatos. FORÇA-TAREFA que ficaria subordinada diretamente ao presidente mantendo-o informado de todos os acontecimentos.

5) Se eu fosse presidente da Anaf, equacionado o tema sindicatos, ato contínuo, viabilizaria em conjunto com a FORÇA-TAREFA, providenciar a documentação exigida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), para a fundação imediata da FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL. ENTIDADE DE SEGUNDO GRAU DO SINDICALISMO BRASILEIRO E RECONHECIDA PELA (CLT) E A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA.

6) Se eu fosse presidente da Anaf, assim que fosse criada a Federação dos Árbitros de Futebol, elaboraria um projeto no sentido de buscar recursos junto ao Ministério do Esporte, em Brasília, com o objetivo de adquirir um sede própria à Anaf. Dinheiro há no nominado ministério para este tipo de aquisição - basta apresentar um projeto sério. 

7) Se eu fosse presidente da Anaf, por questões ética e, sobretudo, pela categoria que me elegeu, não aceitaria em hipótese alguma exercer as funções de assessor, delegado e/ou observador de arbitragem da CBF - e não permitiria que os demais diretores da entidade, ocupassem cargos na CBF e nas federações de futebol.

8) Se eu fosse presidente da Anaf, não apoiaria a agressão verbal sofrida pelo árbitro e filiado a Anaf, Marcelo de Lima de Henrique, pelo dirigente da Anaf Salmo Valentim. Alias, se eu fosse presidente da Anaf, acionaria imediatamente o Conselho de Ética. Onde está o "CONSELHO DE ÉTICA DA ANAF"? 

PS (1): Se tiver comprometimento com a categoria que o elegeu, Marco Antonio Martins (foto), atual presidente da Anaf, encampa as proposições aqui mencionadas e nem precisará fazer campanha. Está eleito presidente da FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ÁRBITROS DE FUTEBOL. Não há opções e/ou outros caminhos ou milagre para a arbitragem brasileira sair de onde está e alcançar seus objetivos.

PS (2): Aos COVEIROS da arbitragem brasileira que nada propõe e me acusam de fazer campanha contra a Anaf e aos árbitros, exponho as proposições em tela de interesse de um único segmento - a arbitragem. E, as nossas propostas são factíveis -  basta ter pessoas com competência e vontade para executá-las.

PS (3): Fui diretor do Sindicato Profissional dos Árbitros do Estado do Paraná, detentor da CERTIDÃO DE REGISTRO SINDICAL há mais de uma década e solicitei ao meu amigo e presidente Airton Nardelli, para deixar o meu cargo há quatro anos atrás. Portanto, o boato que quero ser diretor da Associação Nacional de Árbitros de Futebol, é mais falso do que nota de [TRÊS REAIS]. DEUS ME LIVRE! 

PERGUNTAR NÃO OFENDE: Quantos e quais foram as medidas e/ou projetos que, a atual diretoria da Anaf apresentou em benefício da Relação Nacional de Árbitros de Futebol (RENAF)? E quais foram os resultados positivos dessas medidas e/ou projetos? 

domingo, 12 de março de 2017

EQUILÍBRIO E PROFISSIONALISMO É O DIFERENCIAL DE SENEME

                                                              Crédito: CBF

Nomeado pelo presidente da CONMEBOL, Alejandro Dominguez, ao cargo de presidente do Comitê de Arbitragem da (CSF), o brasileiro Wilson Luiz Seneme, que também é membro do Comitê de Árbitros da FIFA, com equilíbrio e profissionalismo, vem implementando paulatinamente uma série de medidas na arbitragem Sul-americana. 

Além de reformular totalmente a composição e o conceito do Comitê de Árbitros da (CONMEBOL), e criar a pré-temporada para os apitos e bandeiras Sul-americanos, fato inédito - a presença de Seneme, de Amélio Andino, Jorge Larrionda e Oscar Ruiz na condução e designação dos homens de preto nas competições da (CONMEBOL), devolveu aos filiados da mais importante confederação de futebol da América do Sul, a confiança nas decisões da confraria do apito.

Equilíbrio e profissionalismo que, pode ser observado na designação dos homens de preto, que irão manejar o apito e as bandeiras na segunda rodada da Copa Libertadores da América.

A presença dos apitos brasileiros, Sandro Meira Ricci (FIFA/SC), em Arequipa (Peru), e de Wilton Pereira Sampaio (FIFA/GO), na Colômbia, expõe de maneira irretocável a seriedade do Comitê de Árbitros da (CONMEBOL), quando da confecção da escala nos jogos da Libertadores.

PS: A designação dos assistentes Alessandro Rocha de Matos (o melhor da modalidade na América do Sul) - e do paranaense Bruno Boschilia, ao lado do árbitro Wiltom Sampaio, é o reconhecimento da excelente fase que o indigitado triunvirato vivencia na atualidade.

PS (2): Considerado a maior revelação da arbitragem brasileira da última década, o árbitro Rodolpho Toski Marques (FIFA/PR), que foi revelado pelo professor Nelson Orlando Lehmkuhl, após conquistar o escudo da FIFA, foi designado pela CONMEBOL para atuar no Campeonato Sul-Americano de Futebol Sub-17 no Chile. Nem bem desmanchou a mala de viagem que levou ao Chile, Toski Marques terá que arrumá-la novamente – na quarta-feira, o apito paranaense será o quarto árbitro de Sandro Meira Ricci no confronto Melgar (Peru) x Emelec (Equador).

DE PRIMEIRA (1): Na coluna desta segunda-feira (12), explicaremos o porquê não é criada a Federação Brasileira dos Árbitros de Futebol. Apenas uma deixa: Dada a legislação vigente, só pode se candidatar e compor a diretoria da Federação Brasileira dos Árbitros de Futebol, quem é presidente de sindicato ou filiado a algum sindicato da categoria. Membros das Associações de Árbitros de Futebol, além de não terem direito a voto não podem ocupar nenhum cargo eletivo na futura federação. Se sair a Federação acaba a "boquinha".

DE PRIMEIRA (2): Nunca tive e não tenho pretensão de ser candidato ou ocupar qualquer cargo, em nenhuma entidade vinculada a arbitragem. Seria cínico se afirmasse ao contrário. Meu desejo é ver o árbitro do futebol pentacampeão, sair da última poltrona da bilionária locomotiva que é o futebol brasileiro, e deixar de ser tratado como [MERCADORIA DE TROCA] entre o “status quo” que comanda o nosso futebol – e, por conseguinte, vê-lo valorizado em todos os sentidos, em função da sua importância dentro do contexto de uma partida de futebol, o que não acontece na atualidade.   






sexta-feira, 10 de março de 2017

RAIO - X DAS ENTIDADES DE CLASSE DA ARBITRAGEM BRASILEIRA



Se a Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) não mudar o cronograma, na primeira quinzena de abril, será realizada a reunião de trabalho da entidade em Rio Branco (Acre). Lá reunir-se-ão os três sindicatos detentores da Certidão de Registro Sindical e as associações de árbitros de futebol.

O sindicato profissional dos árbitros de Futebol do Estado Paraná, embora possua a Certidão de Registro Sindical há mais de uma década, não é reconhecido pela Anaf, que em descompasso com a legislação vigente no Brasil, vem preterindo o sindicato em detrimento da associação dos árbitros de futebol/PR. 
 
A resposta você que é árbitro ficará sabendo a seguir, via a Coordenação Geral de Registro Sindical (CGRS), órgão vinculado ao ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em Brasília. As informações foram obtidas no apagar das luzes do mês de fevereiro deste ano – e ratificou o que a confraria do apito já sabe.

São quatro os Sindicatos de Árbitros de Futebol, que são detentores da Certidão de Registro Sindical que se encontram com o CADASTRO ATIVO perante a (CGRS). CEARÁ, PARANÁ, RIO G. do SUL e São Paulo.
Acompanhe abaixo como está s situação de cada estado:

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EX-ÁRBITROS DO BRASIL – RJ – última movimentação em 29/11/2016 – SOB A SIGLA - CXA – Caixa – Devolver ao armário.

ALAGOAS – Solicitação de Registro Sindical não concluída - – última movimentação em 15/12/2007 - Situação não válida –

AMAZONAS – Última Movimentação – 21/3/2013 – SOB A SIGLA - SAM – Saída do Processo para o Arquivo Geral do (MTE).

BAHIA – Solicitação não concluída – Última movimentação – 18/11/2009 - Situação não válida.

DISTRITO FEDERAL – Solicitou o Registro Sindical que se encontra na Coordenação Geral de Registro Sindical - com a sigla - RGA – (Retorno do Processo para Distribuição). Última movimentação em 01/6/2015.

GOIÁS – Última movimentação em 23/3/2007 – SOB A SIGLA - CXA – Caixa – Devolver ao armário.

MATO GROSSO – Solicitou atualização das informações sindicais – última movimentação em 6/3/2008. Situação não válida.

MINAS GERAIS – Solicitou o Registro Sindical – última movimentação em 18/1/2017 – solicitação concluída.

PARAIBA – Encontra-se sob a sigla SAM – saída do processo para arquivo geral do (MTE). Última movimentação em 11/1/1996 – Não atendeu o IN/03/94,conforme Ofício 1582/95.

PIAUÍ – Solicitou Registro Sindical, mas não preencheu os requisitos exigidos e encontra-se soba sigla: OFI – Ofício de Notificação (solicitando o cumprimento das exigências) – conforme Ofício Circular Nº 01/CGRS/SRT/2005 - última movimentação em 24/10/2005.

RIO DE JANEIRO – Solicitou o Registro Sindical e o processo encontra-se sob a sigla: RGA – Retorno do Processo para Distribuição – última movimentação aconteceu em 30/1/2017.

RORAIMA – Encontra-se sob a sigla OFI – Ofício de Notificação (solicitando o cumprimento de várias exigências que não tomou) – Última movimentação em 4/3/2014.

SANTA CATARINA – Solicitou Registro Sindical, porém, a documentação apresentada não preencheu os requisitos exigidos – documentação devolvida. Situação não válida.

PS: Esta é a realidade das entidades de classe da confraria do apito, estado por estado e, por conseguinte, expõe o descaso e o desleixo dos “SINDICALISTAS” com a categoria que os elegeu. Aliás, na administração de Marco Martins, nos últimos sete anos, não se criou um único sindicato PR, R.G.S SP, quando Martins e seu grupo assumiram a Anaf já possuíam a Certidão de Registro Sindical.

PS (2): Para que a mentira não vingue sobre a verdade, informo que, a criação do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Ceará (SINDARF) - aconteceu via União Geral dos Trabalhadores (UGT), do esforço pessoal do presidente, João Lucas e do sindicalista Ciro Camargo (Foto), um dos diretores da (UGT/R.G.S.).

PS (3): A designação do presidente da Anaf, Marco Antonio Martins (foto), como assessor, delegado, observador e o escambau pela CBF é incompatível, antiética, inapropriada. O indigitado dirigente foi eleito com o compromisso de defender os interesses da arbitragem brasileira. Quem procede como Martins na Bahia é denominado de “PAU DE DOIS BICOS.” E, no jargão sindical, é tido e havido como “PELEGO.”

terça-feira, 7 de março de 2017

THIAGO PEIXOTO: UM EXEMPLO A NÃO SER SEGUIDO!


O ato inapropriado e amplamente divulgado envolvendo o árbitro Thiago Duarte Peixoto, da Federação Paulista de Futebol, na partida Corinthians x Palmeiras, válida pelo Campeonato Paulista, e a punição exemplar aplicada ao nominado apito, pelo Tribunal de Justiça Desportiva da pauliceia, na noite da segunda-feira (6/3), não deve ser motivo de jubilo a quem quer que seja.
     Dra. Marta Magalhães à esquerda, é a responsável pelo Pilar Mental dos árbitros da Renaf - ao seu lado, o confrade Marçal do Apito Nacional

O ocorrido revelou um comportamento até então desconhecido das pessoas que gravitam no futebol brasileiro, do indigitado árbitro - e, caracterizou que, Thiago Peixoto e seus auxiliares não planejaram antes do jogo no vestiário e se planejaram deixaram de executar [a determinação da FIFA, da CBF e do The IFAB de planejar a arbitragem - ou seja, o trabalho em equipe que será colocado em prática a partir do momento que a arbitragem pisar no campo de jogo, e em acontecimentos e/ou lances complexos]. E, se houve o planejamento, alguém falhou ou todos falharam - e aí “Deu Chabu”.

Mas o imbróglio não termina neste acontecimento. O fato negativo deve servir de exemplo e ser exibido e discutido exaustivamente daqui para frente nos seminários de arbitragem da CBF, pelas comissões de árbitros das federações de futebol e nos cursos de formação de árbitros.

Exibido e discutido como exemplo inafastável que não deve ser seguido. Nunca! – e, reiterar que o árbitro, os assistentes, o quarto árbitro e os árbitros adicionais, devem agir em conjunto desde o momento da designação da escala e planejar no vestiário (quando estão reunidos a sós), independente das nuances que possam ocorrer numa partida, como proceder antes, durante e após o jogo em casos como o que envolveu Peixoto e seus congêneres, e outras situações que vierem a acontecer.

Além do exposto, ficou implícito que a CBF, as federações e, sobretudo, os cursos de arbitragem (a base onde tudo começa) - devem ter psicólogos para acompanhar o processo mental e o comportamento do árbitro e dos futuros apitadores e suas interações e reações com o ambiente físico e social.