quinta-feira, 16 de novembro de 2017

CADÊ O RELATÓRIO DOS ANALISTAS DE ARBITRAGENS?

    Equipe da analistas de arbitragem, designados pela CBF para avaliar a arbitragem - Crédito: CBF

Observando as reiteradas derrisões dos técnicos e, sobretudo, dos atletas - conta a arbitragem nos prélios do Campeonato Brasileiro da CBF, na atual temporada - constatei que as três infrações disciplinares recorrentes praticadas pelos jogadores em todos os jogos são: 1) Discordar das decisões da arbitragem com palavras ou ações. 2) não respeitar a distância mínima no reinicio das partidas, como nos tiros de canto, arremesso lateral e, principalmente, na execução dos tiros livres, cuja distância preceituada é de (9,15 metros), e 3) o vergonhoso agarra agarra dentro da área penal.

Não há árbitro no futebol brasileiro com “aquilo roxo”, como definiu o caçador de marajás de Alagoas, com coragem para punir em consonância com a regra - os atletas que cometem as infrações citadas no principal torneio da CBF, o Brasileirão.

Como as faltas disciplinares acima vêm acontecendo de maneira repetitiva, ou seja, em todos os confrontos, e os apitos, bandeiras e árbitros assistentes adicionais, continuam permissivos com as infrações em tela, pergunto: Qual é o destino dado pela CA/CBF, ao relatório do analista de campo, analista de vídeo e/ou delegado de arbitragem - a respeito do desempenho dos homens de preto nas partidas do Brasileirão?

Os relatórios confeccionados pelos analistas estão de acordo com o que é ministrado nos cursos à essa troica, pela CA/CBF e a Escola Nacional de Arbitragem de Futebol?

PS: Diante da perpetração contumaz das infrações mencionadas pelos atletas e às vezes os técnicos - das duas, uma:  Os analistas não estão relatando o que veem, ou então os indigitados relatórios estão  sendo encaminhados à lata do lixo.    

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

QUARTETO ESCAPOU DA “DEGOLA”


Se compilados por pessoas com notório conhecimento sobre as REGRAS DE FUTEBOL e profunda isenção, os erros perpetrados pela arbitragem na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro das Séries (A e B) nesta temporada - será dificílimo encontrar na Seleção Nacional de Árbitros de Futebol (Senaf) - quais foram os apitos e bandeiras que conseguiram atingir 75% dos pilares físico, mental e técnico na direção dos prelios nas aludidas competições. Deixo de fora o pilar social.

Faltando quatro rodadas para o término da Série (A) e três da (B), salvo um ou mais erros crassos nos pilares acima nominados, nas partidas que porventura vierem a ser escalados - Marcelo Aparecido de Souza (SP), Marcelo de Lima Henrique (RJ), Raphael Claus (SP) e Rodolpho Toski Marques (PR), conseguiram suplantar com atuações diferenciadas a mediocridade, que solapou a qualidade da confraria do apito neste Brasileirão. 
Resta saber, quais serão os critérios adotados pela CBF para apontar o melhor árbitro do seu principal produto, o Campeonato Brasileiro de Futebol. Se prevalecer a meritocracia, dificilmente surgirão outros nomes além dos aqui citados.

PS (1): Em relação aos árbitros assistentes na nossa opinião, que observamos todos os torneios da CBF neste ano, Bruno Boschilia (foto/PR), quando recebeu o escudo da FIFA e Rafael da Silva Alves (RS), tiveram performances impecáveis. Aliás, Boschilia, após ser incorporado a equipe de Wilton Pereira Sampaio (GO), ganhou robustez e suas atuações tem beirado níveis de excelência.
 
PS: Apesar da parafernália implementada pela CBF no Campeonato Brasileiro desta temporada, nas análises do desempenho da arbitragem, composta pelo analista de campo, analista de vídeo, delegado especial, tutor de árbitros, seminários, circulares da CA/CBF e do (The IFAB) - sobre as REGRAS DE FUTEBOL, não foi possível a revelação de nenhum árbitro (apito) - promissor este ano no futebol brasileiro. A não ser que apareça um cretino e FABRIQUE algum.

INTERCÂMBIO VAI GERAR CRESCIMENTO À ARBITRAGEM


Globalização é um conjunto de transformações na ordem política e econômica mundial visíveis desde o final do século XX. Trata-se de um fenômeno que criou pontos em comum na vertente econômica, social, cultural e política, e que consequentemente tornou o mundo interligado, uma Aldeia Global.
O futebol como um dos principais fenômenos socioculturais do século XXI, é detentor da capilaridade de influenciar diversos segmentos da sociedade (econômico, político, cultural, social, etc.), englobando um contingente de elementos subjetivos ao ser humano, como: paixão, emoção, empolgação, expectativa, frustração, etc., levando-o a sentir uma diversidade de reações físicas: suor, lágrimas, sorrisos, tremedeiras, taquicardia, ações faciais e/ou verbais, entre outros. Devido a tais características subjetivas, o tema futebol não é fácil de ser analisado ou mensurado fielmente.

Dito isto, o anuncio do intercâmbio celebrado entre a CONMEBOL e a UEFA, além de inserir definitivamente a instituição Sul-americana no mundo globalizado do futebol, vai proporcionar crescimento qualitativo nos diversos segmentos da entidade que maneja o futebol da América do Sul.

Sobretudo, a arbitragem - área considerada carente, que manteve renitentemente ao longo das últimas décadas, os mesmos instrutores de arbitragem com didática ultrapassada em relação a arbitragem europeia. Comportamento que gerou um atraso considerável na evolução e, por conseguinte, no “modus operandi” da confraria do apito nas competições da (CONMEBOL). Mais um ponto positivo da excelente administração do presidente da entidade, Alejandro Dominguez.

PS: Apesar da parafernália implementada pela CBF no Campeonato Brasileiro desta temporada, composta pelo analista de campo de arbitragem, analista de vídeo de arbitragem, delegado especial de arbitragem, tutor de árbitros, seminários, circulares da CA/CBF e do (The IFAB)sobre as REGRAS DE FUTEBOL, não foi possível a revelação de nenhum árbitro (apito) promissor este ano no futebol brasileiro. A não ser que apareça um cretino e FABRIQUE algum.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

ARBITRAGEM: MODELO ATUAL FALIU

         Crédito: CBF
A Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) - realizará no período de 24 a 26 deste mês em Cuiabá (MT), a 45ª Assembleia Geral Extraordinária da entidade.

Observando a pauta, os temas que serão dissecados são de extrema relevância - e poderão otimizar as futuras ações da confraria do apito do futebol brasileiro. Pelo fato de ser uma assembleia, as decisões tomadas nesse evento são soberanas.

Foi pensamento na importância da assembleia que me veio a mente, diante do “caos” que solapa a nossa arbitragem, sugerir à (Anaf), que seja criada nesse acontecimento uma comissão de alto nível - formada pelos dirigentes da própria entidade – comissão que terá o objetivo precípuo de elaborar um projeto, que contribua para tirar a arbitragem do futebol detentor de cinco Copas do Mundo, do “fundo do poço”.

Projeto que contemple as melhorias que são necessárias nas diferentes áreas de atuação do árbitro, principalmente, quando no exercício da sua atividade no campo de jogo. E que o projeto seja supervisionado pelo presidente da Anaf, Marco Antonio Martins, que é uma pessoa inteligente e tem demonstrado comprometimento com as causas da confraria que o elegeu.

Poderia opinar – mas não vou me manifestar. Até porque, quem lê nossas colunas diariamente é testemunha ocular do conjunto de ideias e/ou sugestões, lá postadas e se lapidadas – poderão ser aproveitadas em benefício do incremento da classe dos homens que manejam os apitos e as bandeiras do nosso futebol.

ad argumentandum tantum – Visando proporcionar que a arbitragem que labora nas Séries (A e B) do Campeonato Brasileiro, somente interfira no transcurso dos prelios para cumprimento das REGRAS DE FUTEBOL e, especialmente, de seu espírito, a CBF implementou uma autêntica parafernália nesta temporada. 1) Analista de arbitragem de campo. 2) Analista de arbitragem de vídeo. 3) Delegado especial de arbitragem. 4) Tutor de arbitragem. 5) Sexteto de árbitros da mesma federação de futebol - já que todos se conhecem - o que facilita segundo a CBF, a comunicação durante os jogos. Deu “Chabu”. Desde então, não houve uma única rodada, em que a arbitragem não tenha interferindo negativamente nas tomadas de decisões, com ações em total descompasso conforme preceituado nas regras.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Sul-Americano Sub-15: Entra em vigor a regra de exclusão temporária em jogo

              Crédito: CONMEBOL

O Sul-Americano Sub-15 – Argentina 2017 traz consigo novidades quanto a suas equipes participantes e seu regulamento nos aspectos técnicos e sistema de jogo.

Uma das novidades para a presente edição são as equipes convidadas da UEFA: República Tcheca e Croácia, que chegarão a San Juan e Mendoza para disputar o campeonato junto aos 10 países da CONMEBOL.

Quanto às disposições técnicas, os jogos, por exemplo, serão disputados conforme as Regras de Jogo do International Board publicadas pela FIFA; Em cada partida serão outorgados três pontos ao time ganhador, um ponto a cada equipe em caso de empate e nenhum ponto ao perdedor.

Quanto ao tempo de jogo, cada partida terá duração de oitenta minutos, divididos em dois tempos de 40 minutos cada, com intervalo de 15 minutos.

Outra variação implementada será que, em cada partida, poderão ser substituídos até cinco jogadores, não podendo voltar a entrar em campo o jogador substituído.

Outra mudança será o sistema de exclusão temporária de atletas - (8 minutos) para algunas situações, mas não para todas as admoestações (cartões amarelos) mas as relacionadas a: Comportamento inapropriado; Simulação ou impedir deliberadamente que a equipe adversária reinicie o jogo com rapidez; Desaprovação das decisões da arbitragem, gestos ou comentários verbais inapropriados.

O torneio terão como sede as cidades de San Juan e Mendoza, a conformação dos grupos e fixture foram estabelecidos em 16 de outubro.
Fonte: CONMEBOL

ad argumentandum tantum - A mudança na diretoria da CONMEBOL, a partir da presença do novo presidente Alejandro Dominguez, um homem sério e comprometido com as transformações que o futebol do século 21 exige - acoplada a troca de todo o Comitê de Arbitragem da instituição (foto), colocou a principal entidade da América do Sul, na berlinda perante a FIFA e o The (IFAB).

Ad argumentandum (2) - Tanto é verdade que os experimentos que serão testados no aludido torneio, geralmente eram realizados em outros Continentes. Outro fato significativo que, contribuiu para a efetivação dos testes no Sul-americano Sub-15, foi a seriedade implementada pela CONMEBOL, nos testes do ÁRBITRO DE VÍDEO, nas semifinais da Libertadores. 


Ad argumentandum  (3) -  Será que a parafernália composta pelo analista de campo, analista de vídeo, delegado especial de arbitragem, tutor de árbitros e o sexteto de arbitragem da mesma federação de futebol, irá entrar em ação pra valer neste 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, ou continuarão perpetrando seus erros de interpretação terríveis na aplicação das regras, e causando desgraça ao torcedor do futebol brasileiro.


A ÚLTIMA: O Comitê de Arbitragem da FIFA confirmou no seu site na terça (7/11), a arbitragem para o Mundial de Clubes da entidade, que será realizado nos Emirados Árabes Unidos (UAE). A competição vai ocorrer no período de 6 a 16 de dezembro próximo. O futebol brasileiro será representado pelo quarteto Sandro Meira Ricci (árbitro), os assistentes Emerson Carvalho e Marcelo Van Gasse e Wilton Pereira Sampaio como Árbitro de Vídeo (AV).
 

terça-feira, 7 de novembro de 2017

ENCRENCADOS COM A JUSTIÇA, PRESIDENTES DA CBF NÃO PODEM DE IR À COPA NA RÚSSIA

   Os três últimos presidentes da Confederação Brasileira de Futebol – Ricardo Teixeira (1989-2012), José Maria Marín (2012-2015) e o atual, Marco Polo Del Nero - estão impedidos de comparecer à Copa da Rússia em 2018; todos respondem a processos criminais por corrupção e à exceção de Marin, se saírem do Brasil, serão presos
Da Sputnik Brasil/BRASIL 247
Os três últimos presidentes da Confederação Brasileira de Futebol – Ricardo Teixeira (1989-2012), José Maria Marín (2012-2015) e o atual, Marco Polo Del Nero - estão impedidos de comparecer à Copa da Rússia em 2018. Todos respondem a processos criminais por corrupção e à exceção de Marin, se saírem do Brasil, serão presos.
José Maria Marín, por sinal, começou a ser julgado nesta segunda-feira, 6 de novembro, pela Justiça dos Estados Unidos, no Tribunal Federal do Brooklyn em Nova York. Marín responde a sete denúncias: três por fraude, três por lavagem de dinheiro, e uma por participação em organização criminosa.
A previsão é de que seu julgamento dure, pelo menos, duas semanas. Marín foi preso em Zurique, em 27 de maio de 2015, quando participava de um congresso da Fifa na Suiça. Extraditado para os Estados Unidos, estava aguardando julgamento em seu mega apartamento no 41º andar da Trump Tower, em Nova York, o edifício do Presidente Donald Trump.
Já Marco Polo Del Nero e Ricardo Teixeira respondem pelos mesmos delitos porém não serão enviados para prisão e julgamento nos Estados Unidos pois o Brasil não extradita seus nacionais. Portanto, não podem sair do país.
E como fica o prestígio do futebol nacional perante o mundo, às vésperas da Copa da Rússia em 2018, com os três últimos presidentes da CBF respondendo por crimes de corrupção?
Quem responde é o radialista e jornalista esportivo Eraldo Leite, presidente da ACERJ, Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro:
“A imagem da cúpula do futebol brasileiro fica muito manchada perante o mundo. Mas o que acontece por aqui não é nada muito diferente do que acontece em outras partes do mundo. A própria Fifa teve o ex-presidente, Joseph Blatter, e o ex-secretário-executivo, Jerome Valcke, afastados por denúncias gravíssimas de envolvimento em atos escusos. É impressionante como as pessoas chegam às cúpulas das entidades com o intuito apenas de se locupletar e não para prestar, de fato, um serviço que seria de se esperar pela sua experiência de vida e pelo seu conhecimento. 

Enfim, vejo estes fatos como uma vergonha para o futebol brasileiro mas também não vejo como nada muito diferente do que vem acontecendo por aí. Um ex-presidente da CBF (Marín), em prisão domiciliar nos Estados Unidos e assistindo ao início do seu julgamento, e dois outros mandatários (outro ex, Teixeira, e o atual, Del Nero) impedidos de sair do Brasil para não correr risco de serem presos no exterior e, de lá, extraditados para os Estados Unidos.”
Em abril de 2018, haverá eleições para presidência da CBF. É voz corrente no meio esportivo que, mesmo respondendo a processos criminais, Marco Polo Del Nero será reeleito, o que para Eraldo Leite, não será nenhuma surpresa:
“Os clubes e as federações de futebol estão sempre à mercê das benesses da Confederação Brasileira de Futebol para que possam se manter. Então, é praticamente certo que o panorama atual não irá mudar e Marco Polo será então reeleito.”
Votarão para presidência da CBF os presidentes das 27 federações de futebol e os presidentes de 40 clubes, 20 da Série A e 20 da Série B conforme as mudanças efetuadas no colégio eleitoral por Marco Polo Del Nero em março deste ano.
Além do brasileiro José Maria Marín, começaram a ser julgados simultaneamente nesta segunda-feira nos Estados Unidos o paraguaio Juan Angel Napout, ex-presidente da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) e o peruano Manuel Burga, ex-presidente da federação de futebol do seu país. Apesar da gravidade das denúncias, Marín, Napout e Burga se declaram inocentes de todos os crimes que lhes são atribuídos.
Opinião do Bicudo: O texto em tela relata com precisão, a realidade fidedigna do futebol detentor de cinco mundiais de futebol. Basta observar a "debacle" da arbitragem no Campeonato Brasileiro desta temporada. Um horror! 


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

ARBITRAGEM: MUDA TUDO OU UM SALTO NO ESCURO?

         Crédito: CBF
Assim que terminou o confronto da 32ª rodada do Brasileirão, entre Corinthians/SP 3 x 2 Palmeiras, no domingo (5/11), na Arena da equipe do Parque São Jorge, o presidente do Alviverde do Parque Antarctica, Mauricio Galiotte, disse a imprensa: “Vamos fazer um vídeo com os erros da arbitragem e enviar a CBF solicitando providências”.

Além do exposto, o presidente esmeraldino pediu uma reestruturação completa na metodologia utilizada no aprimoramento dos apitos e bandeiras do futebol brasileiro. E, por extensão, uma requalificação imediata na arbitragem e a consequente profissionalização dos homens de preto.

Perda de tempo – não vai acontecer nada. Repito, nada. Os níveis de pobreza qualitativa observados na arbitragem que atua no Brasileiro, tem início na base, ou seja, na formação das escolas de árbitros, onde a maioria dos instrutores e/ou formadores são de baixíssima qualidade.

A pobreza qualitativa da confraria do apito que estamos vivenciando nos principais torneios da CBF, tem sequência nos campeonatos das federações de futebol - que com raras exceções, tem apresentado níveis de indigência – mas a pobreza qualitativa ganha contornos gigantescos, no momento em que as federações indicam à CBF, o árbitro e/ou assistente para compor a Seleção Nacional de Árbitros de Futebol (Senaf).

Ao invés de prevalecer a meritocracia nas indicações, tem prevalecido a política – o resultado disso é uma desgraça da arbitragem em escala interminável – e os consequentes prejuízos técnicos, disciplinares e financeiros às equipes. O que significa que o desempenho da arbitragem hoje é similar a um salto no escuro.

Diante do cenário aqui descrito, só haverá mudança no incremento qualitativo da arbitragem do futebol detentor de cinco títulos Mundiais, a partir do momento que: 1) A CBF realizar uma profilaxia na Comissão de Árbitros. 2) Mudar totalmente a composição da Escola Nacional de Árbitros de Futebol. 3) Dissolver o atual quadro de analistas de arbitragem, que é o mesmo há vários anos. 4) Selecionar um novo contingente de analistas de arbitragem, que sejam ex-árbitros com notório conhecimento sobre as REGRAS DE FUTEBOL, e submetê-los a um teste escrito padrão FIFA.

5) Criar uma nova (Senaf), a exceção dos árbitros e assistentes da FIFA, utilizando como objetivo precípuo a meritocracia. 6) A CA/CBF deve ser formada por ex-árbitros de excelência - como determinado pela FIFA no seu manual. Pois do contrário, “tudo vai continuar como Dantes no quartel de Abrantes”.

ad argumentandum (1) – Mesmo tendo a disposição a parafernália composta pelo analista de campo, analista de vídeo, delegado especial de arbitragem, tutor de árbitros e o sexteto de arbitragem da mesma federação de futebol, a 32ª rodada da Série (A) e a 33ª da Série (B) do Campeonato Brasileiro, apitos e bandeiras apresentaram erros de interpretação terríveis na aplicação das regras .

ad argumentadum (2) – Diante da grandeza do futebol brasileiro, entregar o comando da arbitragem à uma pessoa que não foi árbitro, e nunca apitou sequer um prelio de menino de conjunto da Cohab, é o mesmo que dar as funções de neurocirurgião a um pedreiro. E, por derradeiro, é um desprestigio à arbitragem brasileira ser comandada por alguém que não é oriundo da arbitragem, quando se sabe que há vários ex-árbitros com condições éticas e profundo conhecimento do mister do apito.

domingo, 5 de novembro de 2017

NÃO VOU ME INTIMIDAR

    Da direita para a esquerda Nelson Orlando Lehmkhul e Afonso Vitor de Oliveira de (camisa branca), dirigentes da APAF/PR, no período de 1997 a 2013

No final de semana que passou, o conceituado Site do jornalista Fabio Campana, de Curitiba, publicou artigo escrito por mim e postado no nosso Blog (APITO DO BICUDO) – sob o título (IGUAL “CARANGUEJO”) - onde retratamos de maneira fidedigna a pobreza qualitativa da arbitragem brasileira nos campeonatos regionais, patrocinados pelas federações de futebol e, sobretudo, no principal torneio da CBF, o Campeonato Brasileiro de Futebol no quesito qualidade - e, por extensão, vem colocando em xeque sistematicamente a credibilidade das tomadas de decisões da confraria da arbitragem do futebol brasileiro.

Quem acompanhou os campeonatos regionais das federações de futebol, no início deste ano, e está acompanhando o Brasileirão da CBF, nas Séries (A e B), é testemunha ocular dos inúmeros erros dos homens de preto que manejam os apitos e as bandeiras. E, por conseguinte, teem conhecimento dos prejuízos técnicos e financeiros perpetrados pela arbitragem contra os clubes que disputaram e estão disputando as competições acima nominadas.

A matéria gerou insatisfação em alguns setores anacrônicos da arbitragem brasileira. Setores arcaicos que estão a frente do comando da arbitragem nas federações e na CBF, há mais de uma década – o que significa continuísmo.

Setores carcomidos que tiveram tempo suficiente de implementar um projeto de formação, de renovação e de requalificação de excelência à arbitragem do país detentor de cinco Copas do Mundo - mas não implantaram.

Não implantaram o projeto porque, os dirigentes da arbitragem brasileira com raras exceções, são caudatários dos mandachuva do futebol brasileiro – aliás, se não aceitar interferência do mandachuva não fica no cargo.

Não implementaram o projeto porque, além de serem servis aos mandachuva, pensam, agem e aplicam metodologia à arbitragem do século 19. Tanto é verdade que neste ano o futebol brasileiro não revelou nenhum árbitro de futebol.

O que o leitor acaba de ler, independente da cultura existente contra o árbitro no Brasil, o transformou num ser desprezível e submetido as mais terríveis humilhações. Vou me ater a dois episódios recentes de desprezo e humilhação contra a arbitragem - no sábado (4/11) - Santos/SP 3 x 1 Atlético/MG e Santa Cruz/PE 3 x 2 Náutico/PE.

Nosso Curriculum como árbitro de futebol, Investigador de Polícia de 1ª classe da Polícia Civil do Paraná, há trinta e cinco anos e cinco meses - nossas análises sobre os homens que manejam os apitos e as bandeiras estão expostos no Google onde temos (12.300 posts) e no prestigioso site -  http://www.apitonacional.com.br/ex-arbitros/valdirbicudo.htm

PS:  O confronto dirigido por mim no dia 13/4/1997, Atlético/PR 5 x 2 Coritiba/PR, gerou enorme celeuma à época. Fui absolvido das acusações pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Paranaense de Futebol (FPF). Aliás, apitei futebol durante dezoito anos ininterruptos.  Posteriormente, fui punido pelo (STJD). Poderia recorrer – optei em cuidar da minha carreira profissional como policial e cuidar da minha família. Meu crescimento profissional foi extraordinário desde então. 

PS: Em relação as afirmações do dirigente da comissão de arbitragem da (FPF), Afonso Vitor de Oliveira no aludido site e que também ocupa a função de analista de arbitragem de campo nas competições da CBF, a nosso respeito, elas não nos atingem.

PS (2): O analista de arbitragem de campo da CBF, Afonso Vitor de Oliveira, está há (onze anos ininterruptos) no comando da arbitragem da (FPF) – e apesar da longevidade, não revelou um único árbitro promissor (apito) - até hoje para o futebol brasileiro. Também não explicou como nunca “soube” do “desvio” dos (trezentos e sessenta e sete mil, setecentos e quatorze reais e treze centavos), da Associação Profissional de Árbitros do Paraná (APAF/PR), quando foi vice-presidente da entidade num dos períodos de 1997 à 2003.

PS (3): Se não “sabia” do “desvio” da APAF/PR, quando foi vice-presidente, Afonso Vitor tomou conhecimento do fato quando foi alertado por este colunista e pelo presidente do sindicato dos árbitros de Futebol do Paraná, Airton Nardelli, tão logo assumiu a presidência da entidade.

PS (4): E, por derradeiro, se o analista de arbitragem de campo da CBF, Afonso Vitor de Oliveira, bancar o mitômano, exibiremos as matérias publicadas a época sobre o “desvio” ocorrido na APAF/PR, pelos periódicos GAZETA DO POVO, TRIBUNA DO PARANÁ e ESTADO DO PARANÁ.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

IGUAL “CARANGUEJO”

                                  Crédito: CONMEBOL

A CBF anunciou que não haverá mudanças na lista de árbitros da FIFA, no que concerne ao futebol brasileiro para o ano de 2018. A medida é sensata dado que, neste ano, a partir dos campeonatos regionais promovidos pelas federações de futebol e a seguir a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro, ambas as competições da CBF, não surgiu nenhum árbitro promissor (apito) - com as qualidades de excelência exigidas pela FIFA para compor o seu quadro de arbitragem.

Pelo contrário: além das competições em tela não revelarem um único árbitro promissor em 2017, o ano que irá findar dentro de poucos dias, independente do que acontecer nas próximas rodadas, foi o ano da QUIZUMBA no campo da arbitragem no futebol brasileiro.

QUIZUMBA que teve como principais artífices, àqueles que são responsáveis pelo zelo, interpretação e aplicação das REGRAS DE FUTEBOL - ou seja, árbitros e assistentes. Caso ocorram dúvidas a respeito da escalada dos erros da arbitragem, sobretudo, no Brasileirão/17, temos compilados todos os dados (alguns absurdos), para enumerá-los um a um aqui neste espaço.

Agora convenhamos, querer a revelação de um ou mais apitos numa arbitragem que é comandada por Marcos Marinho, que nunca apitou uma partida de futebol de pelada de condômino de conjunto habitacional é querer demais. POBRE ARBITRAGEM BRASILEIRA!

ad argumentandum tantum (1) - Analista de campo, analista de vídeo, arbitragem fixa no Brasileiro (o sexteto de árbitros é da mesma federação de futebol), delegado especial e tutor de arbitragem, compõe o universo implementado pela CA/CBF nos últimos anos, para incrementar o desempenho dos apitos que atuam nos seus torneios –caso específico, da Seleção Nacional de Árbitros de Futebol (Senaf/CBF). O que agregou na qualidade da arbitragem brasileira todas as ações acima mencionadas? Resposta: Nada, pelo contrário, ajudou a confundir e empobrecer o intelecto da arbitragem que labora no Campeonato Brasileiro.

ad argumentandum tantum (2) – Observando o desempenho dos membros da Seleção Nacional de Árbitros de Futebol (Senaf), no Campeonato Brasileiro, lembrei-me do “caranguejo”. O aludido crustáceo, quando não está andando para os lados, locomove-se para trás.

PS (1): Se no apito não teve revelação – no setor dos bandeiras, pelo segundo ano consecutivo, o excelente Rafael da Silva Alves (RS), expôs de maneira clarividente qualidades de um autêntico assistente da FIFA. É chegado a hora da Federação Gaúcha de Futebol e do (SAFERGS), que voltou a ter um presidente com as qualidades de Carlos Eugênio Simon e Ciro Camargo, reivindicar perante a CBF o devido lugar ao indigitado assistente.

PS (2): Na entrevista que concedeu na Arena do Tricolor dos Pampas, um dia antes do prélio pela Libertadores, entre Grêmio/RS x Barcelona/Equador, o presidente do Comitê de Árbitros da CONMEBOL, Wilson Luiz Seneme (foto) - afirmou que devemos valorizar a arbitragem Sul-americana -  e não enxergarmos apenas as coisas boas que acontecem na arbitragem do Continente europeu. É simples: Se almeja reconhecimento na área da arbitragem, Seneme deve dar continuidade ao trabalho de alto nível, que a CONMEBOL realizou na implementação do Árbitro de Vídeo (AV), nas semifinais da Libertadores. Foi um Show!  



quarta-feira, 1 de novembro de 2017

PARAFERNÁLIA NÃO DEU RESULTADOS


Analista de campo, analista de vídeo, arbitragem fixa (o sexteto de árbitros é da mesma federação de futebol), delegado especial e tutor de arbitragem, compõe o universo implementado pela CA/CBF nos últimos anos, para incrementar o desempenho dos apitos que atuam nos seus torneioscaso específico, da Seleção Nacional de Árbitros de Futebol (Senaf/CBF).

Melhorou a qualidade da arbitragem brasileira com as ações acima mencionadas? Resposta: Não. pelo contrário, a certeza e não a impressão é de que, os apitos e bandeiras da (Senaf) - mesmo tendo a disposição uma plêiade de ferramentas, com raras exceções, ao invés de evoluir, involuiram.

A avalanche de erros perpetrados de forma contumaz pela arbitragem nas Séries (A e B) do Brasileirão - exibidas pela TV em todos os jogos, atestam de maneira inafastável que, os árbitros não entenderam e, por consequência, não sabem utilizar a gama de recursos que teem - ou então, estão descumprindo as normas preceituadas pela CA/CBF.

Detalhe: A CBF reuniu antes do início do Brasileiro e vem reunindo e ministrando cursos durante esta temporada, à todo o contingente nominado no primeiro parágrafo. E, por derradeiro, todos são remunerados com pecúnia (taxas, diárias, hospedagem, viagem de carro e/ou avião).

Diante do motivado pergunto: Quem são os culpados pelo desempenho medíocre da arbitragem nos torneios da CBF neste 2017? A CA/CBF? Os membros da (Enaf)? Os analistas de campo? Os analistas de vídeo? Os delegados especiais ou os tutores de árbitros? Aliás, quem é que analisa os relatórios efetivados pelos "analistas de vídeo e de campo"?

Com o quadro de fragilidade aqui mencionado no setor da arbitragem do país detentor de cinco títulos mundiais de futebol, quem será o árbitro (apito), revelação em 2017? Resposta: Não tem. Só se a CBF “FABRICAR” alguém. 

E, quando em revelação, falo de árbitro com o potencial de Ricardo Marques Ribeiro, que alcançou o quadro da FIFA com (30) anos. Rodolpho Toski Marques (30). Dewson de Freitas e Anderson Daronco (foto), ambos com 34 anos e com know-how de gente grande.

ad argumentandum tantum – Aqui neste espaço teci severas críticas ao árbitro Pericles Bassols Cortez (ao centro acima - foto), que dirigiu na terça (31), o confronto Paraná Clube/PR 1 x 2 Oeste/SP. Nesta oportunidade, enalteço o seu comportamento profissional e irretocável nas tomadas de decisões na aludida partida. Show!