![]() Na terça-feira, 15 de março, foram aplicados os testes físicos aos árbitros e assistentes gaúchos pertencentes ao quadro da CBF. Todos os participantes foram aprovados, inclusive o árbitro Fifa Leandro Vuaden, já plenamente recuperado de uma lesão recente. As provas foram realizadas na pista da SOGIPA, em Porto Alegre. A atividade contou com a presença de Sérgio Corrêa, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, e de Manoel Serapião, Luiz Cunha Martins e Dionísio Domingos, também integrantes da Comissão Nacional de Arbitragem (Conaf). Ciro Camargo, presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Rio Grande do Sul, destacou o desempenho dos associados. “A nossa arbitragem está de parabéns. Todos foram aprovados, o que mais uma vez atesta a seriedade e o comprometimento dos árbitros e assistentes gaúchos”, disse Ciro. Durante a tarde, Manoel Serapião palestrou aos árbitros e assistentes abordando vários aspectos relacionados ao exercício da arbitragem. Na quarta-feira os trabalhos continuaram, com a realização de testes práticos sob a orientação da CBF. Fonte: Assessoria de Imprensa do SAFERGS PS (1): A presença de toda a cúpula diretiva da Comissão de Árbitros da CBF na capital dos Pampas, é o reflexo da força política da Federação Gaúcha de Futebol, da sua Comissão de Árbitros e, por conseguinte, do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Rio Grande do Sul, que em conjunto com os Sindicatos de Árbitros do Rio de Janeiro e São Paulo, dada a importância que se dedica ao árbitro de futebol se tornaram paradigmas no setor de arbitragem. |
PS (2): Diferentemente da Federação Gaúcha de Futebol, A Federação Paranaense de Futebol instituiu uma taxa anual para os seus árbitros e assistentes a partir de 2010, para apitar as competições realizadas pela entidade no valor de (R$ 175.00) por cabeça, e este ano após muitas reclamações, a taxa foi reduzida para (R$ 135.00) per capita, o que é um caso sui gêneris no mundo, já que a Fifa, a Uefa, a Conmebol e nenhuma Federação de Futebol do Brasil taxam os árbitros que apitam as suas competições.
Além do exposto, os árbitros e assistentes do Paraná, pagam 40% do salário mínimo anualmente à Associação Profissional de Árbitros de Futebol, a única do País, 5% da taxa de arbitragem nos jogos do Campeonato Paranaense e 5% para a Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) nas competições da CBF, neste caso somente para os árbitros que pertencem ao quadro nacional. Enquanto além das fronteiras do Paraná, o árbitro é tratado como prioridade e recebe incentivos e requalificação reiteradamente, a FPF taxa os seus apitos sob o os auspícios da conivência, da omissão e submissão da Associação Profissional dos Árbitros do Paraná. Para se ter uma idéia da seriedade com que a questão arbitragem é tratada pelos gaúchos, eles estão viabilizando mecanismos para palestrar num seminário na metade deste ano, o presidente da Comissão de Árbitros da Conmebol Carlos Alárcon, um dos expoentes da Comissão de Arbitragem da Fifa. É o fim da picada! Pobre arbitragem Paranaense!
bicudoapito@hotmail.com
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