No Couto Pereira
Três equívocos de posicionamento com a bola em jogo, o primeiro aos dois minutos da etapa inicial quando chocou-se com o atleta Alviverde Léo Gago, e os demais, aos 35' da segunda fase, quando teve a bola chutada contra suas pernas em duas oportunidades simultaneamente, foram os senões da ótima arbitragem do árbitro Edivaldo Elias da Silva (foto), ontem, no Couto Pereira, no clássico Coritiba 4 x 2 Paraná Clube. Nos demais quesitos de avaliação técnica, aplicou corretamente as Regras do Jogo, mostrou critérios equânimes nas decisões, suas sinalizações foram entendidas pelos atletas, público e a imprensa, utilizou o apito em consonância com a gravidade das infrações, agilizou o reinício de jogo a cada interrupção, interpretou em seis lances a lei da vantagem com raro brilhantismo, digo isso, porque é muito difícil um árbitro adotar este tipo de procedimento em qualquer partida de maneira uniforme, que dirá num clássico.
Nos aspectos disciplinares, em nenhum momento teve sua autoridade questionada, praticou a arbitragem preventiva (através do olhar, da fala, dos gestos (expressão corporal), do apito e quando necessário não hesitou em aplicar o cartão amarelo). Perfeito no quesito psicológico (excelente controle emocional). Advertiu os atletas de ambas as equipes com postura ereta e de forma que todos que estavam no estádio ou vendo pela TV, não tivessem nenhuma dúvida do cartão amarelo que estava aplicando. No aspecto físico, acompanhou e tomou as decsiões corretas em todas as jogadas, de acordo com a velocidade desenvolvida pelos atletas no campo de jogo. Nota do árbitro, 9.8. Os assistentes José Amilton Pontarolo e Sidney Pedro da Silva, apresentaram deficiências de poscionamento, interpretação e marcação errônea de impedimento e tiro de canto.
Valdir Bicudo-bicudoapito@hotmail.com
Três equívocos de posicionamento com a bola em jogo, o primeiro aos dois minutos da etapa inicial quando chocou-se com o atleta Alviverde Léo Gago, e os demais, aos 35' da segunda fase, quando teve a bola chutada contra suas pernas em duas oportunidades simultaneamente, foram os senões da ótima arbitragem do árbitro Edivaldo Elias da Silva (foto), ontem, no Couto Pereira, no clássico Coritiba 4 x 2 Paraná Clube. Nos demais quesitos de avaliação técnica, aplicou corretamente as Regras do Jogo, mostrou critérios equânimes nas decisões, suas sinalizações foram entendidas pelos atletas, público e a imprensa, utilizou o apito em consonância com a gravidade das infrações, agilizou o reinício de jogo a cada interrupção, interpretou em seis lances a lei da vantagem com raro brilhantismo, digo isso, porque é muito difícil um árbitro adotar este tipo de procedimento em qualquer partida de maneira uniforme, que dirá num clássico.
Nos aspectos disciplinares, em nenhum momento teve sua autoridade questionada, praticou a arbitragem preventiva (através do olhar, da fala, dos gestos (expressão corporal), do apito e quando necessário não hesitou em aplicar o cartão amarelo). Perfeito no quesito psicológico (excelente controle emocional). Advertiu os atletas de ambas as equipes com postura ereta e de forma que todos que estavam no estádio ou vendo pela TV, não tivessem nenhuma dúvida do cartão amarelo que estava aplicando. No aspecto físico, acompanhou e tomou as decsiões corretas em todas as jogadas, de acordo com a velocidade desenvolvida pelos atletas no campo de jogo. Nota do árbitro, 9.8. Os assistentes José Amilton Pontarolo e Sidney Pedro da Silva, apresentaram deficiências de poscionamento, interpretação e marcação errônea de impedimento e tiro de canto.
Valdir Bicudo-bicudoapito@hotmail.com
Foto: Valdir Bicudo
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